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Parceria busca melhorar gestão de serviços de inspeção – Agência Brasília

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Parceria busca melhorar gestão de serviços de inspeção – Agência Brasília
Parceria busca melhorar gestão de serviços de inspeção – Agência Brasília

Trabalho conjunto da Seagri-DF com a SDA/Mapa mira geração de emprego e renda | Foto: Secretaria de Agricultura / Divulgação

A Secretaria da Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF), em parceria com Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (SDA/Mapa), está implementando, em fase-piloto, um Sistema Eletrônico para Gestão dos Serviços Oficiais de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Vegetal e Insumos Agropecuários (e-Sisbi).

O e-Sisbi é integrado pelos módulos Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (SGSI) e pelo Sistema de Gestão do Estabelecimento (SGE), em que um responsável técnico indicado pelo estabelecimento recebe acesso ao sistema para fazer a gestão direta das informações de sua agroindústria. Ele proporcionará mais transparência às informações de interesse público sobre inspeção de produtos e insumos agropecuários, estaduais e municipais.

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Segundo o secretário de Agricultura do Distrito Federal, Dilson Resende, a parceria com o Mapa é muito importante para o objetivo de solucionar questões que atrapalham a geração de emprego e renda e o crescimento de nossa economia. “Nós estamos aqui tratando especificamente do Sisbi, mas existem muitas outras coisas importantes acontecendo e o ministério está na vanguarda dessa evolução”, afirmou.

O secretário aproveitou a oportunidade para elogiar o trabalho que a equipe da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova) vem desenvolvendo nos últimos anos. Segundo ele, o departamento tem mostrado um trabalho muito importante e adequado às exigências da sociedade. “A agilidade e desburocratização é o que a gente precisa fazer para com que nossos empresários cresçam e a sociedade também passe a ter o acesso ao sistema, que também é muito importante para a transparência das nossas ações”, completou o secretário Dilson.

Por sua vez, o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Tollstadius Leal, ressaltou a importância da parceria com a Seagri-DF, principalmente no que diz respeito à qualificação dos servidores da secretaria e devido à proximidade entre as duas instituições. “Para nós esse sistema é muito importante. Fazer isso junto com a Seagri, além da proximidade, a gente sabe da qualificação técnica e do compromisso da equipe e isso nos dá muita segurança para fazer essa implantação, que também será expandida para outros estados. É um sistema que vai trazer benefícios para todo mundo”, ressaltou Leal.

 

Mais agilidade

Segundo a subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo, com esse sistema o próprio estabelecimento ficará encarregado de inserir suas informações no sistema. Isso diminuirá a espera, que poderia chegar a 120 dias, para até menos de 24 horas.

“Vai depender só de a agroindústria registrar ou cadastrar um novo produto. No momento em que ela solicita o Sisbi, o sistema já encaminha [o pedido] direto para a Secretaria de Agricultura para ser analisado. O serviço de inspeção liberando, o produto pode automaticamente ser comercializado”, explicou.

“Tudo isso ainda pode ser feito pelo celular. Esse sistema é um grande avanço na gestão do Sisbi. O serviço de inspeção ganha muito mais autonomia, eficiência e agilidade, além de aumentar a responsabilidade dos estabelecimentos em prestar informações corretas aos órgãos públicos. Se ele desenvolve um produto e está com tudo pronto para colocar no mercado, não vai ser o estado que vai postergar a comercialização”, finalizou Araújo.

Segundo o diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), Marco Antônio Martins, no DF existem cinco estabelecimentos que possuem o selo Sisbi, ou seja, podem vender seus produtos para qualquer unidade da Federação. “Hoje em dia funciona assim: o estabelecimento nos comunica, nós autorizamos a produção ou o registro e encaminhamos para o Mapa, que alimenta a planilha do Sisbi que vai para o site. Quando o estabelecimento aparece no site, ele está apto a comercializar. Com esse sistema nós mesmos vamos poder alimentar essa planilha”, explicou Martins.

 

* Com informações da Secretaria de Agricultura

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/parceria-busca-melhorar-gestao-de-servicos-de-inspecao

Educadores do Pará e Rio Grande do Norte conhecem o projeto – Agência Brasília

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Educadores do Pará e Rio Grande do Norte conhecem o projeto – Agência Brasília
Educadores do Pará e Rio Grande do Norte conhecem o projeto – Agência Brasília

Os representantes vieram a Brasília para um encontro no ministério sobre a implementação do programa nos estados. Foto: Maurício Araújo/SSP

Representantes da Associação de Pais e Alunos do estado do Rio Grande do Norte e do Conselho Estadual de Educação do Pará conheceram, na manhã desta quarta-feira (22), os detalhes do projeto de Gestão Compartilhada dos Colégios Cívico-Militares do Distrito Federal (CCMDF). O modelo do DF é pioneiro no país e será utilizado como base do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares do Ministério da Educação (Pecim/MEC). Os representantes vieram a Brasília para um encontro no ministério sobre a implementação do Pecim nos estados.

De acordo com o coronel Alexandre Lima Ferro, titular da Subsecretaria das Escolas de Gestão Compartilhada (Segecom), vinculada à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), o DF é referência para a iniciativa do MEC. “Participamos de várias reuniões no MEC e o retorno foi muito positivo. Em alguns estados já existem colégios com gestão militar, porém o nosso se diferencia pela gestão conjunta com a Secretaria de Educação e pelo diálogo com todos os atores envolvidos no processo, como pais, alunos, professores e representantes dos sindicatos”.

Para a professora e secretária da Associação de Pais e Alunos das Escolas Públicas e Particulares do Rio Grande do Norte, Erika Sena, a implementação do modelo na escola municipal Veríssimo de Melo, no bairro de Felipe Camarão, em Natal, será feito com muito diálogo. “Conhecer a forma de gestão no DF, já discutida e em processo de consolidação, é muito importante para que as comunidades escolares dos outros estados entendam o Pecim e conheçam os benefícios do projeto na formação dos jovens, principalmente os mais vulneráveis”.

A participação dos pais de alunos na implementação das escolas cívico-militares no DF foi muito importante para que a proposta desse certo, ressaltou o coronel Lima Ferro. “Quando iniciamos o projeto piloto, que eram quatro escolas, os pais foram os primeiros a apoiar a iniciativa. Os professores vieram em seguida”, explicou. O coronel destacou, ainda, que a eficiência do modelo e os benefícios imediatos na vida dos alunos, principalmente na segurança, alavancaram o projeto no DF.

Escolha dos colégiosNo Distrito Federal a escolha dos colégios é feita, inicialmente, pelo cálculo do Índice de Vulnerabilidade Escolar (IVE), que analisa dados como índices do Ideb, taxa média de reprovação e o índice de abandono escolar de cada unidade de ensino, assim como taxas de violência na região. Além desses índices, é feita também uma consulta à comunidade escolar, para saber se ela é favorável ou não à implementação da Gestão Compartilhada.

O DF possui hoje nove colégios de gestão compartilhada e outros três em processo de implementação, dois deles por meio do Pecim. A meta do governo do DF é implementar dez unidades deste tipo por ano, totalizando 40 ao fim de 2022. O objetivo é, entre outros, o de criar um ambiente seguro e propício ao aprendizado e à construção do conhecimento.

*Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/educadores-do-para-e-rio-grande-do-norte-conhecem-o-projeto

GDF financia contêineres para coleta seletiva – Agência Brasília

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GDF financia contêineres para coleta seletiva – Agência Brasília
GDF financia contêineres para coleta seletiva – Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria Executiva de Gestão Administrativa, autorizou a aquisição de contêineres (contentor móvel de plástico) e lixeiras identificadas com vistas ao atendimento do Projeto Coleta Seletiva Solidária. O programa tem parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para recolhimento dos resíduos recicláveis e sua destinação para cooperativas de catadores.

A empresa responsável pela produção do contêiner será a Contemar Ambiental Comércio de Containers LTDA, enquanto caberá à Pisom Distribuidora e Comércio de Produtos Eireli fabricar as lixeiras. O valor total estimado para o registro de preços dos materiais é de R$ 2,6 milhões (R$ 2.636.025,44). Já o valor da ata de registros de preços N° 0001/2020 é de R$ 1,5 milhão (R$ 1.524.297,20).

“Essa aquisição será um impulso para que 100% das nossas instituições participem do programa”Sarney Filho, secretário do Meio Ambiente

Serão produzidos 1.242 contêineres, com valor unitário de R$ 1,1 mil (R$ 1.125,00), e 3.704 lixeiras ao custo de R$ 34,30 a unidade.

O Coleta Seletiva Solidária tem ganhado cada vez mais força no GDF. Com o trabalho desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), até 2019 foram atendidos 80% dos órgãos e entidades públicas que compõem o governo com treinamento dos funcionários e formação de Comissões Gestoras. A separação dos resíduos possibilita uma maior aferição de renda para os catadores de materiais recicláveis e a aquisição de contêineres e lixeiras adequadas facilitam esse processo.

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“Muitas instituições ainda carecem desses equipamentos para efetivamente implementar a coleta seletiva solidária. E essa aquisição será um impulso para que 100% das nossas instituições participem do programa”, afirma o secretário do Meio Ambiente, José Sarney Filho.

De acordo com o secretário, lixeiras padronizadas, identificadas e em cores diferentes para resíduos recicláveis e orgânicos contribuem para uma rápida identificação visual. E, assim, melhoram a qualidade da separação dos resíduos. Da mesma forma, faz-se necessário o uso de contêineres diferenciados para cada tipo de resíduo, possibilitando o armazenamento e a coleta adequados.

Saiba mais sobre a Coleta Seletiva Solidária

 

* Com informações da Secretaria de Meio Ambiente

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/gdf-financia-conteineres-para-coleta-seletiva

Marcelo Piauí: trabalho e união em Ceilândia – Agência Brasília

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Marcelo Piauí: trabalho e união em Ceilândia – Agência Brasília
Marcelo Piauí: trabalho e união em Ceilândia – Agência Brasília

Mais conhecido pelo apelido de Marcelo Piauí, o advogado Marcelo Martins da Cunha, é o atual administrador de Ceilândia. Natural de Floriano, no Piauí, chegou a Brasília com apenas 18 anos.

Foi Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e presidente do Clube dos Advogados por duas vezes. Foi também presidente de comissão e diretor da Associação dos Advogados Trabalhistas do DF. No Congresso Nacional foi secretário parlamentar na Câmara dos Deputados e foi nomeado governador Ibaneis Rocha como secretário-adjunto da Casa Civil do DF.

Como administrador da maior região do DF, Marcelo Piauí quer trabalhar em conjunto com outros órgãos do GDF, com a comunidade e também com instituições da própria região.

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/marcelo-piaui-trabalho-e-uniao-em-ceilandia

José Goudim: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília

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José Goudim: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília
José Goudim: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília

Morador do Distrito Federal desde 1978, José Goudim Carneiro é o primeiro administrador da Região Administrativa Sol Nascente/Pôr do Sol. Antes, a região fazia parte da RA de Ceilândia. Evitar a ocupação desordenada e desenvolver políticas públicas para a região são as principais metas do administrador.

A região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, a 32ª do Distrito Federal, foi criada pelo Projeto de Lei n° 350/2019, sancionado pelo governador Ibaneis Rocha em agosto de 2019.

 

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/jose-goudim-primeiro-administrador-do-sol-nascente-por-do-sol

Pastora trans no altar não é pecado. É divindade e sopro de fé

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Alexya Salvador se tornará a primeira mulher trans a ser nomeada reverenda na América Latina

“Todo esse movimento ganha mais significado ao ser realizado no mês da visibilidade trans. O Brasil é o país que mais mata travestis, homens e mulheres trans no mundo. Ser ordenada clériga é a confirmação de que pessoas iguais a mim podem estar em todos os espaços da sociedade e da religião.” Alexya Salvador

O mês de janeiro é considerado o mês da visibilidade trans, um mês de luta, marcado por questionamentos à invisibilidade histórica que as travestis, mulheres e homens transexuais enfrentam no Brasil em relação aos seus direitos.

Por conta disso, no dia 26 de janeiro, São Paulo protagonizará um dos eventos mais aguardados por religiosos/as que acreditam numa religião inclusiva, amorosa, libertária e dialógica e que marcará a história do cristianismo, da liberdade religiosa e dos direitos LGBT+, em especial da população trans, em toda a América Latina.

A ordenação clerical de Alexya Salvador ocorrerá na Paróquia da Santíssima Trindade, sede da Igreja Anglicana. Ela se tornará a primeira mulher trans a ser nomeada reverenda na América Latina.

Alexya já é pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), fraternidade que existe há 50 anos. É casada com Roberto, professor da rede pública estadual, e tem dois filhos adotivos, o Gabriel (12 anos), que é uma criança com deficiência, e a outra é a Ana Maria (12 anos), transgênero como a mãe.

Alexya é um dos rostos femininos da divindade. Sua túnica azul bebê e rosa se destaca no altar. “Ela é trans” – sussurra o crente novato enquanto houve Alexya falar sobre Deus. Continua a pregação no altar da esperança, emanando vida e contrariando as estatísticas sociais. Nesse mesmo altar que, por vezes, é usado pelos coronéis da fé para dizer que seu corpo precisa de “cura”. Quem cura os lucradores da fé do poder dominador? São eles que visceralmente dizem que seu corpo, seus gostos, seu amor – e agora – sua ordenação como reverenda são “pecados”.

Pecado é querer enxergar somente a mulher trans na esquina da subalternidade!

Alexya no altar não é pecado, é divindade, é sopro de fé!

Divindade histórica dessas que não tem volta. A primeira de muitas divindades históricas.

Crianças brincam durante o culto. “São os filhos dela” – sussurra o crente novato. É tão fácil encontrar Deus, é só observar crianças brincando aleatoriamente. E ela continua a falar e a gesticular no altar. Olhos atentos e ouvidos espiritualizados para ouvir aquela que nunca é convidada para falar de Deus. “Trans só pensa em sexo” – sussurra o preconceito social moralizador. “Onde já se viu? Na minha época não tinha essas coisas…” – resmunga os inconformados que não aceitam que a realidade pode e deve mudar.

Chegou o dia da sua ordenação como reverenda, o novo sempre vem.

Fazemos um destaque para salientar que neste momento o Word sublinhou a palavra reverenda de vermelho, definindo reverenda como “palavra estranha e não existente.” Alguma semelhança com o fato de não termos uma reverenda trans na América Latina?

Chegou o dia da sua ordenação.

Ela veste sua túnica e se olha… Como escreveu Pedro Munhoz, “quem tem coragem de negar a Deus diante do espelho?”.

Alexya sobe ao altar aclamada pelos aplausos de alívio espiritual em tempos de fé manchada. Rodeada de líderes religiosos diversos bem no mês em que falamos da visibilidade trans.

Uma perspectiva ampla de ecumenismo nos permite estender essa mesa para todas as pessoas de boa vontade, sejam elas de fé ou não, mas que compartilhem de um compromisso com a justiça e a inclusão de todas as pessoas.

A palavra da salvação tem muitas vozes e ecos, é diversa e sonoramente diferente. Nos sentimos lisonjeados de estarmos presentes neste momento celebrando a vida de uma mulher trans. Por vezes, somos convidados para os velórios, não à toa Jesus morreu com a mesma estimativa de vida de uma travesti no Brasil, que é de 33 a 35 anos.

Mas, embora essa população ainda seja tratada à margem da sociedade, especialmente por quem deveria acolher – como os/as religiosos/as, por exemplo -, algumas conquistas vêm sendo obtidas.

Uma das mais importantes foi o decreto presidencial, publicado em abril de 2016, que autorizou o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. Mais recentemente, a Resolução 1/2018 do Conselho Federal de Psicologia, que orienta a atuação profissional de psicólogas(os) para que travestilidades e transexualidades não sejam consideradas patologias e a Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 2.265/2019 que prevê a ampliação do acesso ao atendimento a essa população na rede pública e estabelece critérios para maior segurança na realização de procedimentos com hormonioterapia e cirurgias de adequação sexual.

Viva Alexya Salvador!
Viva todas as travestis, mulheres e homens transexuais.
Viva à Igreja da Comunidade Metropolitana.
Amém.

Serviço:
Ordenação Clerical de Alexya Salvador
Data: 26 de janeiro de 2020 às 16 horas
Local: Templo da Igreja Anglicana
Praça Olavo Bilac, 63 – Santa Cecília – São Paulo/SP

* Com colaboração de Tabata Tesser, socióloga e membro do grupo Católicas pelo Direito de Decidir. Informações aqui

José Godinho: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília

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José Godinho: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília
José Godinho: primeiro administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol – Agência Brasília

Morador do Distrito Federal desde 1978, José Godinho Carneiro é o primeiro administrador da Região Administrativa Sol Nascente/Pôr do Sol. Antes, a região fazia parte da RA de Ceilândia. Evitar a ocupação desordenada e desenvolver políticas públicas para a região são as principais metas do administrador.

A região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, a 32ª do Distrito Federal, foi criada pelo Projeto de Lei n° 350/2019, sancionado pelo governador Ibaneis Rocha em agosto de 2019.

 

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/jose-godinho-primeiro-administrador-do-sol-nascente-por-do-sol

GDF financia contêineres para o Coleta Seletiva Solidária – Agência Brasília

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GDF financia contêineres para o Coleta Seletiva Solidária – Agência Brasília
GDF financia contêineres para o Coleta Seletiva Solidária – Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria Executiva de Gestão Administrativa, autorizou a aquisição de contêineres (contentor móvel de plástico) e lixeiras identificadas com vistas ao atendimento do Projeto Coleta Seletiva Solidária. O programa tem parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para recolhimento dos resíduos recicláveis e sua destinação para cooperativas de catadores.

A empresa responsável pela produção do contêiner será a Contemar Ambiental Comércio de Containers LTDA, enquanto caberá à Pisom Distribuidora e Comércio de Produtos Eireli fabricar as lixeiras. O valor total estimado para o registro de preços dos materiais é de R$ 2,6 milhões (R$ 2.636.025,44). Já o valor da ata de registros de preços N° 0001/2020 é de R$ 1,5 milhão (R$ 1.524.297,20).

“Essa aquisição será um impulso para que 100% das nossas instituições participem do programa”Sarney Filho, secretário do Meio Ambiente

Serão produzidos 1.242 contêineres, com valor unitário de R$ 1,1 mil (R$ 1.125,00), e 3.704 lixeiras ao custo de R$ 34,30 a unidade.

O Coleta Seletiva Solidária tem ganhado cada vez mais força no GDF. Com o trabalho desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), até 2019 foram atendidos 80% dos órgãos e entidades públicas que compõem o governo com treinamento dos funcionários e formação de Comissões Gestoras. A separação dos resíduos possibilita uma maior aferição de renda para os catadores de materiais recicláveis e a aquisição de contêineres e lixeiras adequadas facilitam esse processo.

“Muitas instituições ainda carecem desses equipamentos para efetivamente implementar a coleta seletiva solidária. E essa aquisição será um impulso para que 100% das nossas instituições participem do programa”, afirma o secretário do Meio Ambiente, José Sarney Filho.

De acordo com o secretário, lixeiras padronizadas, identificadas e em cores diferentes para resíduos recicláveis e orgânicos contribuem para uma rápida identificação visual. E, assim, melhoram a qualidade da separação dos resíduos. Da mesma forma, faz-se necessário o uso de contêineres diferenciados para cada tipo de resíduo, possibilitando o armazenamento e a coleta adequados.

Saiba mais sobre a Coleta Seletiva Solidária

 

* Com informações da Secretaria de Meio Ambiente

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/gdf-financia-conteineres-para-o-coleta-seletiva-solidaria

O povo judeu e o desarmamento | Blog da Cris | Fatos verdades

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O povo judeu e o desarmamento
O povo judeu e o desarmamento

O povo judeu e o desarmamento O povo judeu e o desarmamento

JUDEUSJUDEUSFonte: Reprodução

Uma onda de ataques antissemitas ocorreram nos últimos meses, somente no mês de dezembro de 2019 nos EUA, ocorreram 11 atos contra judeus. Os últimos ataques foram no dia 11 de dezembro em New Jersey com a morte de três judeus num mercado judaico, além de um cliente ter sido ferido, além de dois policiais e no dia 29 de dezembro em Nova York, onde a casa de um rabino foi invadida e cinco pessoas foram esfaqueadas, sendo que duas delas estão em estado crítico.

Embora campanhas de facebook com temas nas fotos do perfil sejam bonitas e carregam consigo um romantismo que emociona pessoas que tem consciência, estão longe de serem o suficiente já que o antissemitismo é um problema com alguns milhares de anos e não será uma simples imagem ou hashtag que irá mudar a opinião dos antissemitas.

Se faz urgente levar ao conhecimento do maior número de pessoas possível, através da grande mídia, internet, mundo acadêmico e cultural, o quão maléfico são as ideias negativas com relação aos judeus, é necessário de uma vez por todas, desconstruir cada mito, cada mentira e desinformação a respeito do povo judeu e do Estado de Israel. Demonstrar os incontáveis benefícios e contribuições a humanidade trazidas pelos judeus, desde a base de princípios e valores que norteiam a civilização e nosso ordenamento jurídico até as contribuições com tecnologia, medicamentos, descobertas, invenções, produtos e serviços, criadas por esse povo, cujas leis religiosas que os guiam são completamente pacíficas e civilizatórias. Porém, este será tema de outros artigos em que demonstrarei que devemos e até necessitamos apoiar o Estado de Israel e o povo judeu, por tamanha capacidade de benefícios trazidos a toda humanidade e por serem uma ilha de produção de conhecimento e riqueza para a humanidade, cercada de sociedades selvagens, violentas e arcaicas. Demonstrarei que a proteção de Israel e seu povo tem uma importância imprescindível para o equilíbrio geopolítico do mundo já que Israel é um pilar de sustentação do mundo livre, democrático e civilizado no oriente médio e que sem ele, a balança do jogo de forças mundial passa a pender para a barbárie.

Entretanto o enfoque deste artigo é outro. Além da necessidade de se levar a verdade a toda humanidade, é preciso também falar da necessidade que a comunidade judaica tem de se defender, pois a mudança de mentalidade da sociedade é um trabalho de longo prazo, mas a defesa da vida é uma necessidade urgente do cotidiano HOJE. E para isso, não podemos deixar de falar de um tema importante que é os malefícios da mentalidade DESARMAMENTISTA.

Recentemente houve um atentado numa igreja no Texas, em que um atirador saca sua arma e dispara contra uma pessoa, imediatamente um cidadão armado saca sua arma e neutraliza o atirador, evitando assim que outras pessoas fossem vitimadas. Ou seja, uma tragédia com dezenas de mortos foi evitada por um cidadão legalmente armado, reduzindo a tragédia para apenas dois mortos, dentre eles, o agressor. Acontecimentos como este ou similares de ameaças com pessoas armadas, quando não são filmados como este foi, não são noticiados e não chegam ao conhecimento das pessoas. O agressor simplesmente é detido muitas vezes por pessoas armadas, são presas e ninguém fica sabendo, pois fatos que são evitados não viram notícia, afinal, não houve desdobramento relevante do ponto de vista midiático.

Tal exemplo, mostra as vantagens de termos pessoas legalmente armadas em todos os lugares, pois serão elas que poderão evitar injustas agressões e/ou ataques terroristas com armas de fogo ou com facas.

Cabe consignar também que os últimos ataques antissemitas, ocorreram justamente no Estado onde as leis são mais restritivas com relação a aquisição e porte de armas de fogo, o Estado de Nova York. Para se ter uma ideia, as leis estaduais e as do município são tão restritivas, que entram em conflito entre si e com a legislação federal e a constituição dos EUA, fato este que levou a questão para a suprema corte americana.

OS JUDEUS FORAM VÍTIMAS DO DESARMAMENTO DESDE OS TEMPOS BÍBLICOS

Não foi somente com o nazismo que os judeus foram desarmados antes de serem perseguidos, presos, jogados em campos de concentração e assassinados. Em 1 Samuel 13:19,20 no velho testamento para os cristãos e na Torá para os judeus, é relatado que “Naquela época não havia nem mesmo um único ferreiro em toda terra de Israel, pois os filisteus não queriam que os hebreus fizessem espadas e lanças. Assim, eles tinham que ir aos filisteus para afiar seus arados, enxadas, machados e foices”.

 

Portanto, com tantas experiências de perseguições e ataques, o povo judeu precisa ter, mais do que ninguém, o direito de se defender com o uso de armas de fogo. Na bizarra legislação atual brasileira, o solicitante ao porte de arma de fogo deve justificar a “efetiva necessidade” por uma arma de fogo. Somente o fato do solicitante ser judeu, já deveria bastar para o deferimento da solicitação. Por serem uma minoria historicamente perseguida, somente uma arma de fogo poderá reduzir ou evitar ataques nas ruas, em sinagogas, clubes ou em residências judaicas até que essa maldita mentalidade antissemita finalmente seja extirpada do planeta. Para os românticos e passivos de plantão, me desculpem, mas na hora do ataque, você não irá jogar hashtags ou fotinhos de facebook no agressor que quer tirar sua vida.

OS ARGUMENTOS IRREFUTÁVEIS CONTRA OS DESARMAMENTISTAS

Sobre essa temática das armas pontuarei alguns argumentos colocados por Benê Barbosa em seu excepcional livro “Mentiram pra mim sobre o desarmamento”, acrescidos de argumentos colocados por mim:

– Quanto mais totalitário é um governo, maiores são as restrições ao armamento da população civil. Os regimes mais sanguinários da história foram também os mais eficientes em desarmar as pessoas, pois um povo desarmado é um povo incapaz de reagir contra um governo tirano armado. Quem tem a força bélica, tem o poder de impor sua vontade. Desarmamento é sinônimo de controle social.

Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1911, a Turquia desarmou a população. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros “não arianos”, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1935, a China desarmou a população. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1970, Uganda desarmou a população. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Em 1956, o Camboja desarmou a população. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas “instruídas”, impossibilitados de se defender, foram caçadas e exterminadas.

Com o desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos.  Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%.  Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.

No Brasil, não diferente, o número de homicídios e mortes por arma de fogo só aumentaram após a promulgação do estatuto do desarmamento, passando de cerca de 20 mil homicídios para cerca de 60 mil homicídios por ano.

Países com políticas menos restritivas ao porte/posse de armas de fogo possuem índices de violência baixos. O mesmo não se pode dizer entre os que proíbem ou restringem. Na verdade, em muitos casos, esses últimos apresentam um aumento considerável nos crimes violentos nos anos seguintes a aprovação de tais leis restritivas. Uruguai e Paraguai por exemplo, são países com número de armas extremamente altos e são países extremamente pacíficos.

– Armas são como carros, seu uso depende de quem está no controle. Uma arma só mata um inocente se por trás dela estiver um assassino, assim como uma faca, um bastão, uma moto, um carro ou um tijolo. A responsabilidade sobre uma morte é sempre de uma pessoa, e não de um objeto inanimado. Assim como o carro não tem a função de atropelar, as armas também não têm a função de matar ou de agredir. A função da arma é a defesa, é inibir uma agressão, é o uso desportivo e de caça. Usá-la de forma ofensiva é o mau uso dela, assim como de um carro.

– Armas tem uma função equalizante.  É o único meio de se igualar forças díspares. Uma mulher contra um homem, um idoso contra um jovem, um homem contra um grupo de homens e etc. A igualdade que a arma traz, irá prevenir muitas injustiças e agressões já que sabendo que qualquer pessoa a sua volta tem a possibilidade de estarem armadas, os agressores/criminosos se retraem. A arma de fogo é o verdadeiro símbolo da democracia e da igualdade.

– Incontáveis vidas são salvas todos os dias pelo uso defensivo das armas e na grande maioria dos casos não ocorre nenhum disparo, pois a simples ostensividade da arma ou um disparo de advertência, faz com que o criminoso desista do ato. Além disso sabendo que as pessoas podem estar armadas, os criminosos não sentirão a confiança e a tranquilidade de agir como agem hoje em dia, pois sabem que hoje todos estão desarmados, exceto se derem o azar de haver um policial próximo da vítima ou a se a vítima for um policial. O cálculo do custo/risco e benefício feito pelo criminoso muda radicalmente fazendo com que o custo/risco passe a superar o eventual benefício da ação delituosa.

– Criminosos não entram em lojas para comprar armas, não preenchem fichas para registrá-las e nem as devolvem em campanhas de desarmamento. A lei que desarma existe, só precisamos convencer os criminosos a aderirem pois estes costumam não cumprir as leis vigentes. Não há qualquer evidência de que as armas utilizadas por criminosos foram roubadas de cidadãos que possuíam a posse legal das mesmas. Caso isso fosse verdade teríamos registros alarmantes de roubos/furtos de armas legais todos os dias e isso não ocorre. A grande maioria das armas utilizadas por criminosos são ilegais e entram no país de forma ilegal.

– Em nenhum lugar onde foram implementados controles rigorosos sobre as armas, com registros e procedimentos burocráticos para a compra de armas, houve um efeito de melhoria nos índices de criminalidade. Lembrem-se, criminosos não entram em lojas e não preenchem fichas.

-Dificultar o acesso das pessoas comuns às armas é facilitar a vida dos criminosos.

– Um cidadão armado protege a si mesmo, sua família e as pessoas a sua volta. Por melhor que a polícia seja, ela jamais irá estar em todos os lugares ao mesmo tempo, sendo assim, a única barreira que pode deter um criminoso, é um cidadão armado.

– O argumento de que com a permissão de pessoas comuns andarem armadas, haveriam mais mortes decorrentes de brigas de trânsito por exemplo, é uma grande falácia pois, mesmo que eventuais casos ocorram, a mesma permissão irá salvar muito mais vidas e irá evitar tantos outros crimes que hoje estão livres para ocorrer. Os danos decorrentes da proibição serão sempre muito maiores do que os danos da liberação. Até meados dos anos 90 muitas pessoas comuns portavam armas de fogo no Brasil e nem por isso víamos notícias de assassinatos no trânsito ou outras mortes por armas legais.

– O argumento de que “a população brasileira é despreparada” é outra falácia. Nos Estados Unidos, caipiras iletrados do Texas com pouquíssima instrução, não tem problema nenhum no uso responsável de armas. Aqui no Brasil 30 anos atrás era comum pessoas possuindo e portando armas de fogo. E a criminalidade era menor. No Paraguai e Uruguai o número de armas nas mãos dos cidadãos é enorme e os índices de violência são pífios. Por não haver o monopólio do porte, os criminosos não se arriscam tanto, simples assim.

-Nos anos 80 e até meados dos anos 90 lembro bem do meu pai e meus tios andarem frequentemente armados nem por isso era um velho oeste. Assim como meu pai estava armado qualquer um poderia estar, ninguém tinha o monopólio e ninguém se sentia o maioral por portar uma arma, já que qualquer pessoa poderia estar com uma arma, fazendo com que gere um efeito psicológico de “ninguém mexer com ninguém”, um policiando o outro.

-O argumento de que a reação sempre acaba com a pessoa que reagiu ferida ou morta tem graves problemas de raciocínio. Primeiro porque quem usa este argumento, parte da premissa atual, que é uma sociedade desarmada, ou seja, o agressor sente-se à vontade em iniciar a agressão pois tem a certeza de que sua vítima e testemunhas a sua volta não estarão armadas. Uma vez que partimos da premissa que qualquer pessoa poderá estar armada e defender a si e a terceiros, o cenário muda radicalmente. Com relação a reação em si, a consequência de alguém querer te matar, e você estar desarmado, é sempre a mesma, você provavelmente irá morrer. Estando armado, você morre ou você mata, suas chances já sobem para 50%, ou seja, os desarmamentistas não podem debater com a matemática.

– O argumento de que se liberarem as armas, vai todo mundo comprar arma e sair atirando é patético, pois é o mesmo que dizer que, pelo álcool ser liberado, vai ter piloto de avião bêbado durante o vôo, cirurgião operando chapado, caixa de banco ou de supermercado com uma garrafa na mão. Ou é o mesmo dizer que por facas serem permitidas, todo mundo sai esfaqueando os outros nas ruas. Dizer que não precisamos de armas porque existe a polícia, é igual não ter extintor, porque existem bombeiros. No entanto, extintores são obrigatórios e as armas, proibidas. E é perfeitamente possível usar o extintor como arma, não só o cilindro mas é possível até mesmo sufocar uma pessoa com o seu conteúdo.

-O argumento de que os defensores do direito ao porte de armas acham que o armamento da população é uma panaceia para os problemas da segurança pública é outra baboseira, já que esse tema não se trata de política de segurança pública mas sim, ao simples direito individual de se defender já que é impossível o Estado fazer a segurança privada de cada cidadão. Como disse o grande mestre Benê Barbosa “O casaco serve para me proteger do frio, e não para acabar com o inverno.” – Bene Barbosa.

– Não é preciso falar da importância do Pastor Martin Luther King, mas há alguns fatos que os tais “historiadores” adoram “esquecer”. Em meados da década de 50, após sua paróquia receber dois ataques a bombas e ele próprio inúmeras ameaças de morte, pediu a autorização para portar uma arma de fogo. Com base a lei discricionária – essa que os desarmamentistas amam e que vigora no Brasil – a autorização foi negada pelas autoridades policiais do Alabama. Mesmo correndo notório risco de ser assassinado – fato que acabou por ocorrer em 4 de abril de 1968 – a resposta foi que ele deveria confiar no aparato estatal e na lei para sua proteção.

EXPERIÊNCIA PESSOAL

A experiência que vivi em 2017 me fez ver o quão nociva é a política de proibição de armas.

Cinco criminosos abordaram o veículo em que eu estava com outras duas pessoas, fazendo com que eu desembarcasse e trocasse tiros com eles. Fui atingido por dois disparos e alvejei um dos criminosos também com dois disparos. No cenário de tal relato, tínhamos como testemunhas as duas pessoas que estavam comigo no interior do veículo, duas pessoas na esquina, um homem passeando com seu cão há 25 metros e o vigilante da rua há cerca de 50 metros.

Os cinco marginais nos abordaram com a certeza que nem eu, nem qualquer dessas pessoas que citei estariam armadas, pois eles achavam que detinham o monopólio das armas naquele momento. Caso soubessem que qualquer pessoa ali pudesse oferecer resistência, eles sequer se arriscariam naquele cenário, pois qualquer pessoa que citei poderia reagir.

Ao anunciarem o ato covarde do assalto foram surpreendidos por apenas uma das sete pessoas que estavam ali, evitando assim a subtração de bens e até morte ou sequestro de alguém, incluindo de mulheres que estavam ali e poderiam ser levadas e sabe-se lá o que poderiam fazer com elas.

Quem anda armado sabe dos riscos e os assume, sabendo que ao reagir, pode ter uma consequência negativa, mas essa é a beleza da liberdade: você assumir as consequências e os riscos da decisão tomada.

A grande chave é o sinal emitido aos criminosos com a proibição das armas. É emitido um claro sinal de que o risco é menor que o benefício do ato criminoso.

Confrontar ou evitar somente a polícia fardada é fácil. Difícil é enfrentar ou evitar uma sociedade potencialmente armada, civil, velada, totalmente descentralizada.

Por ser o único armado eu corri um risco absurdo. A descentralização, em todos os aspectos, é sempre o melhor caminho. Os bandidos chegaram à vontade por saberem que ninguém estaria armado. Eu por estar, me arrisquei, pois ao optar por ser policial e portar uma arma de fogo, assumi esse risco. Ou seja, estar armado numa sociedade desarmada é um risco muito grande. Ou seja, o policial numa sociedade desarmada está em desvantagem ainda maior. Por isso, como policial, prefiro não deter esse monopólio, pois não poderei contar com o auxílio de cidadãos legalmente armados em situações como essa.

LINKS RELACIONADOS:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/29/cinco-pessoas-sao-esfaqueadas-em-ataque-em-nova-york.ghtml

Fonte: Blog do Lucho Andreotti

Fonte: fatosverdades.com.br/noticias/o-povo-judeu-e-o-desarmamento-blog-da-cris

Asfalto avança na Rua 3 de Vicente Pires – Agência Brasília

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Asfalto avança na Rua 3 de Vicente Pires – Agência Brasília
Asfalto avança na Rua 3 de Vicente Pires – Agência Brasília

Rua 3 de Vicente Pires: problemas que vinham se arrastando há anos estão sendo resolvidos pela gestão atual do GDF | Fotos: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília

 

Pouco a pouco, o asfalto avança em Vicente Pires. Nesta quarta-feira (22), as máquinas atuam na última fase da urbanização na Rua 3, que liga a Estrutural à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). São mais 630 metros de asfalto no trecho entre as ruas 8 e 10, para levar qualidade de vida aos moradores da região. Trata-se de obra direta executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).

Os trabalhos são conduzidos bem na frente da casa da confeiteira Cláudia Lisita, de 45 anos. A moradora, que tanto conviveu com problemas para transitar e entregar seus produtos, comemora a mudança. “Aqui acumulava muita água, era sempre um transtorno”, conta. “Carros de aplicativo não vinham. |Por causa da poeira, minha netinha vive doente. Graças a Deus, a obra veio para ajudar, para melhorar”.

Metade já está concluída

O administrador em exercício de Vicente Pires, Samuel Oliveira, explica que a intervenção do DER na rua começou em dezembro, após determinação do vice-governador Paco Britto, à época, governador em exercício. Desde então, metade do trecho de 360 metros já foi asfaltada. A outra parte passa pela mesma preparação para receber o asfalto, com 2,8 mil caminhões de pedra rachão e 140 de Brita Graduada Simples (BGS).

“A estratégia é prosseguir em etapas de cem metros de asfaltamento por vez, especialmente com a incidência de chuvas, para evitar perda de material”, esclarece o administrador. A Rua 3 é considerada complicada. Com grande extensão, tem declive e recebe água pluvial de toda a cidade.

Moradores comemoram

“É uma vitória, uma sensação de ‘até que enfim’”, destaca o gestor. “A Rua 3 foi aberta em outras gestões e sofre com água, lama, terra há muito tempo. A comunidade vê o asfalto efetivamente chegando à porta de suas casas, já que a drenagem fica escondida”.

“A gente sabe que o processo de obras é ruim, mas vai ficar maravilhoso” Marcos Esteves, marceneiro

A mesma impressão é o que manifesta o marceneiro Marcos Esteves, de 54 anos. Ele mora há cinco anos na cidade, mas seu sogro, conta, conviveu com esses problemas por mais de uma década e meia. “A gente sabe que o processo de obras é ruim, mas vai ficar maravilhoso, principalmente para o acesso”, diz. “Aqui, todo mundo tem o carro estragado por causa das condições das pistas, mas isso vai mudar”.

Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br/2020/01/22/asfalto-avanca-na-rua-3-de-vicente-pires