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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

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Os coordenadores do grupo denominado Realidade do Povo, Leandro Muniz Ribeiro (o Leandro Fox), e Fernando Fernandes da Silva Souza (o Fernando Souza), ganharam notoriedade no Distrito Federais usando as redes sociais com vídeos acusando pessoas e instituições. Os políticos, o Executivo e o Legislativo são os principais alvos da dupla que almeja chegar em 2018 com fama suficiente para emplacar uma candidatura nas eleições.

O Realidade do Povo se apresenta como um grupo de pessoas “preocupadas com os problemas sociais, políticos e econômicos, os quais vem causando muita preocupação à toda população de diversos Estados do País, em decorrência da má gestão dos governantes”. Inclusive, pedem contribuição financeira no site Vakinhas OnLine, tendo como meta angariar R$ 10 mil para custear o trabalho que fazem de ataque. Criada em 23 de maio deste ano por Fernando Souza, o apelo por dinheiro não deu resultado e não gerou interesse na sociedade. Até o momento arrecadaram nenhum centavo de contribuição.


Eles são conhecidos como justiceiros e, frequentemente, invadem, além da privacidade das pessoas, gabinetes de parlamentares, hospitais, órgãos e instituições munidos por um celular que adotaram como sua arma de combate a corrupção.

Nos últimos dias, alguns documentos circulam nas redações e em sites de notícias mostrando um outro lado de Fernando Souza e Leandro Foz. São acusações de estelionato, perturbação da tranquilidade, injúria e ameaça, estes últimos casos enquadrados na Lei Maria da Pena.

O Boletim de Ocorrência nº 7.097/2013-9, registrado na 11ª Delegacia de Polícia do DF, Fernando Souza é acusado na Lei 11.340/06, a Lei Maria da Penha, por sua ex-companheira Isabella Cristina Alves de Oliveira. A ocorrência narra que ela recebeu injúria, perturbação e ameaças por meio de mensagens ofensivas. Souza também é acusado de ameaçar o então novo companheiro de Isabella. Em uma das mensagens, ele sugere para a mulher trocar as fechaduras de sua casa: “Só uma coisa…troca a fechadura pow, vai que eu fiz cópias…É só uma ideia”, diz a mensagem enviada por Fernando.

Em outras mensagens, ele usa termos de baixo calão contra sua ex-companheira como: “Sua p… imunda” e Dá o c… tb. Espero que pegue uma Aids! E morra!”, diz as mensagens segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Civil.

Ele também ameaçou ir com “uns amigos” no bar onde se encontrava o novo companheiro de sua ex para “bater” nele.

Já Leandro Fox é acusado de estelionato. O Boletim de Ocorrência da Polícia Civil do DF nº 12.636./2015-0, do dia 7 de dezembro de 2015, da 21ª Delegacia, narra que ele usou o nome da então namorada Clarissa de Lima, para adquirir um veículo Fiat Palio 1.6 Flex, ano 2013/2014, no valor superior a R$ 43 mil. Terminado o relacionamento, Clarissa o acusou de não pagar a divida e foi parar nas páginas da Polícia Civil. Outra ex-namorada de Fox, Suelana Helena, também teria sido vítima da mesma prática criminosa.

Clarissa também o acusa de ter feito para ele o empréstimo no valor de R$ 14 mil no Banco de Brasília (BRB) e não ter sido paga.

Na denúncia, estão anexados cópias de documentação relativas ao empréstimo, ao financiamento, página de Facebook com diálogos entre os Clarissa e Fox e o documento do veículo comprado. Segundo a ocorrência, Leandro Fox reiteradamente tentou postergar o pagamento da dívida informando que aguardava uma suposta herança de um tio. A saída de Clarissa foi procurar a Polícia Civil para tentar reaver o dinheiro que havia perdido.














Fonte: infforma.com.br
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