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sábado, 26 de maio de 2018

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Polícia Rodoviária já aplicou 349 multas que totalizam R$ 1,77 milhão
Ministro Raul Jungmann, da Segurança Pública, informou que o total de pontos de bloqueio havia chegado a 938 na última sexta-feira (25)

Em meio à paralisação de caminhoneiros por todo o País, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou neste sábado (26) que já aplicou 349 multas ao longo dos últimos dias que totalizam R$ 1,77 milhão.

As multas estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro. No artigo 253-A, o código considera infração gravíssima "usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização do órgão ou entidade de trânsito".
A PRF informou, em balanço das 11h30, que havia 596 pontos ativos de bloqueios (52,28%), mas em sua maioria parciais e sem prejuízo à livre circulação. Outros 544 trechos foram desbloqueados entre meia noite e 11h30. Segundo a corporação, foram criados corredores para a circulação de cargas sensíveis, transporte de animais, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais e combustíveis.

Na última sexta-feira (25), o ministro Raul Jungmann, da Segurança Pública, informou que o total de pontos de bloqueio havia chegado a 938, dos quais 419 foram liberados, persistindo 519 (55,3%).
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Prisão

Hoje pela manhã, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, informou em coletiva de imprensa realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, que a PF (Polícia Federal) já possui pedidos de prisão para empresários suspeitos de incentivarem a paralisação de caminhoneiros.

A pasta investiga empresários por suposta prática de locaute, quando eles incentivam e contribuem para a paralisação de seus empregados. Nesse caso, a greve é liderada por patrões, com o intuito de receber benefícios para o setor.

"A PF já tem inquéritos abertos para investigar essas suspeitas. E os empresários suspeitos serão intimados. Rogério Galloro diretor-geral da PF também nos informou que já existem pedidos de prisão. Estão aguardando manifestação da Justiça", disse.

Além de locaute, a PF apura suspeitas de associação para prática de crimes contra a organização do trabalho e a segurança dos meios de transporte e outros serviços públicos. Questionado sobre mais informações, o ministro disse que não poderia dar mais detalhes.
Fonte: R7.COM
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