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domingo, 14 de outubro de 2018

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Com patrimônio de R$ 33 milhões, distrital mais rico da CLDF terá que vender empresa
Futuro distrital com o maior patrimônio de todos os eleitos para a Câmara Legislativa, o empresário José Gomes (PSB), 36 anos, terá que se desfazer de parte dos negócios para tomar posse na Casa. Dono da Real JG Serviços Gerais, ele declarou bens que somam R$ 33,8 milhões.
A empresa já recebeu R$ 258 milhões do Governo do Distrito Federal desde 2013 e tem contratos com as secretarias de Agricultura, Fazenda, Educação, Trabalho, Planejamento, com o Detran, DFTrans e DER.
O Artigo 62 da Lei Orgânica do Distrito Federal determina que, a partir da posse, os distritais não podem ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que tenha contrato com pessoa jurídica de direito público. Ou seja, a Real JG, que está registrada na Junta Comercial em nome de José Gomes, com capital social de R$ 32 milhões, terá que ser vendida até dezembro para que ele tome posse.
Firmas ligadas a quatro distritais faturaram, juntas, R$ 1,8 bilhão
José Gomes se junta à bancada dos empresários prestadores de serviço da Câmara Legislativa. A empresa Brasfort, de familiares de Robério Negreiros (PSD), acaba de bater a marca de R$ 1 bilhão em contratos com o governo, desde 2010. Robério foi releeito com 18,8 mil votos.
Novato na bancada, Eduardo Pedrosa (PTC), sobrinho da candidata e ex-distrital Eliana Pedrosa, é parente dos proprietários da Dinâmica Administração e Serviços, que faturou R$ 434 milhões na última década. Já Rafael Prudente é ligado à empresa 5 Estrelas Sistemas de Segurança, pertencente a familiares do distrital reeleito, e que recebeu R$ 50 milhões do GDF desde 2009.

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