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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

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Estilo de Michelle Bolsonaro brilha, enquanto outros são alvos de crítica
O costume de Bolsonaro poderia estar melhor ajustado e Paula Mourão, apesar de usar um vestido que vale muito, destoou do estilo dos demais
Na posse presidencial, nesta terça-feira (1/1), o presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro optaram por usar roupas confeccionadas sob medida por um alfaiate e uma estilista poucos conhecidos, em vez de grandes marcas caras e conhecidas. O costume feito por Santino Gonçalves custou menos de R$ 3 mil e o vestido de Michelle foi feito pela estilista carioca Marie Lafayette, mas o preço não foi divulgado.
O produtor de moda Marcos Barozzi explica que a estratégia está de acordo com toda a campanha do presidente. “O ato de se vestir é milenarmente político, antes de se falar de política contemporânea, moderna. No Egito era um forma de mostrar o lugar social ao qual se pertencia e, hoje, a gente repete isso. Bolsonaro sempre quis mostrar simplicidade, na campanha e no discurso. É um discurso anti cultural e moda é cultura, então, preferiram apresentar uma cara mais austera, mais militarizada, limpa e crua e quase sem carisma”, afirma.
oto: AFP / Sergio LIMA )Michelle Bolsonaro surpreendeu pela elegância. Ela, que sempre é vista de sapatilha, calça e camiseta, se apresentou com um vestido em tom rosé, de zibeline de seda, com corte impecável e comprimento midi (um pouco abaixo do joelho). Para a consultora de imagem Doró Mendonça, a primeira dama transmitiu, através da cor de seu vestido, acessibilidade e feminilidade.
A graciosidade de Michelle, no entanto, teria ressaltado as falhas no terno do novo presidente da República, Jair Bolsonaro. “A cor escolhida para o costume do presidente, o azul, transmite confiança e tradição - mensagens que acredito que ele deseje passar em seu governo. Mas o modelo poderia ser mais ajustado ao corpo, trazendo um toque contemporâneo. Ao lado da primeira dama, com seu vestido impecável, com corte e modelagens perfeitos, percebemos mais como seu traje poderia seguir o mesmo padrão do dela, com pequenos ajustes no ombro, afunilando a calça e estreitando um pouco a barra da calça”, critica.
Doró explica que os ajustes seriam favoráveis à imagem do presidente, uma vez que o ar contemporâneo demonstraria que ele está conectado à nação, ao mundo e a novas ideias.
Mas ele não foi o único que errou, segundo a consultora Rosa Guimarães, que notou sobra de pano na barra da calça do presidente, bem como na da maioria das autoridades.
Apesar disso, os homens não são quem mais chamam a atenção quando erram, e a maior alvo de críticas foi Paula Mourão, segunda-dama da República, mulher do vice-presidente General Mourão. Feita pela estilista paulista Vivian Kherlakian, a peça custou cerca de R$ 15 mil, mas não agradou. A cor desviou a atenção dos protagonistas da cerimônia.

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