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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

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A portaria da Diretoria-Geral do Senado de número 1 de 2019 nomeia Rodrigo Sobral Rollemberg para exercer função comissionada no gabinete da Liderança do PSB a partir de 1º de janeiro de 2019.
Tecnicamente, portanto, Rollemberg está empregado novamente. No mesmo dia da publicação no Senado, o político passou a faixa de governador do DF para seu sucessor, Ibaneis Rocha (MDB).

Nas entrevistas concedidas por Rollemberg ultimamente, perto de sua despedida do Governo do Distrito Federal (GDF), ele disse que tiraria três semanas de férias. Para ser efetivado novamente como servidor, o ex-governador precisa, no entanto, apresentar documentação exigida e tomar posse. O salário só contará a partir desse momento.
Rollemberg será analista legislativo do gabinete da Liderança do PSB, seu partido. Além do salário de R$ 8.615,92, ele acumulará outros R$ 5.514,19 a título da função comissionada que ocupará. A designação do cargo está assinada por Marcio Tancredi, diretor-executivo de Gestão do Senado.

Confira:

Retorno às origens
Apesar de integrar o quadro do Senado Federal, Rollemberg não ingressou no Legislativo por meio de concurso público. De família ligada a políticos e magistrados, conseguiu entrar para a lista de servidores da Casa no chamado “trem da alegria”. À época, cerca de 1,5 mil pessoas foram efetivadas como servidores sem a realização de certame público.

Apesar da dispensa das provas de aptidões, os funcionários foram contratados no regime da CLT e com direito à estabilidade no trabalho e à aposentadoria integral – sem submissão ao teto do INSS –, por exemplo. À ocasião, a lei já previa que o concurso deveria ser a principal forma de ingresso no serviço público, mas abria espaço para exceções.

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