terça-feira, 8 de janeiro de 2019

author photo

Vendedor que questionou Damares em loja entra com representação na PGR
Segundo o advogado de Thiego Amorim, ministra praticou “constrangimento, vias de fato e ameaça”
O vendedor Thiego Amorim, que se envolveu numa confusão com a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, na loja de um shopping em Brasília semana passada, entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a pastora, nesta segunda-feira (7/1). Ele acusa Damares por constrangimento, vias de fato e ameaça.
Segundo o advogado de Amorim, Suenilson Sá, imagens das câmeras de segurança do estabelecimento podem comprovar que a ministra segurou seu cliente pelo pescoço, enquanto lhe dirigia a palavra em tom de ameaça, causando-lhe constrangimento. São informações do O Globo.
De acordo com o relato do vendedor, a assessora que acompanhava a ministra no shopping teria dado um tapa em sua mão, enquanto Amorim pegava o celular para começar a gravar. O advogado afirma: o vídeo que viralizou não mostra tudo o que aconteceu dentro da loja.
“Na filmagem só aparece uma parte do que aconteceu, não mostra a evolução dos fatos. Antes, ele disse que a loja estava toda em promoção, ela chegou a experimentar uma roupa e foi no final que ele fez a pergunta sobre a cor da roupa de Damares”, afirmou Suenilson Sá. A ministra vestia uma blusa azul e na véspera, em outro vídeo, havia afirmado: “Meninas vestem rosa, meninos vestem azul” (veja abaixo).
“Ele começou a gravar porque se sentiu ameaçado. Não teria tido a atitude de filmar se ela não tivesse feito nada. O gesto de segurar em seu pescoço configura ameaça”, afirmou o advogado.
“Ainda que só tenha conseguido gravar uma parte, que não dá sustentação do principal, o caso tem como ser comprovado pelas imagens das câmeras do circuito interno da loja”, completou o advogado do vendedor.

your advertise here
Próximo Próximo
Anterior Anterior

Tempo Agora

ESTRUTURAL - DF TEMPO AGORA