terça-feira, 29 de outubro de 2019

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Integrantes do "gabinete do ódio", montado no Palácio, teriam ligações com Carlos Bolsonaro(foto: AFP / Sergio LIMA )

Depoimento de assessores agrava crise no PSL e expõe filhos de Bolsonaro
Depoimento de assessores da Presidência na CPI das Fake News agrava turbulência no PSL e expõe ação de filhos de Bolsonaro
Os fantasmas das eleições de 2018 ainda devem assombrar muita gente graúda do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Nos últimos dias, a crise na legenda mudou de patamar e escalou a rampa do Palácio do Planalto. As atenções voltadas às candidaturas de fachada em Pernambuco e Minas Gerais agora se voltam também para as suspeitas de que a estrutura da sede do governo esteja sendo usada para comandar um batalhão de perfis falsos nas redes sociais, com a missão de espalhar difamações e mentiras. Em entrevista ao Correio, o presidente da CPI mista das Fake News, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), disse que “a comissão de inquérito não foi criada para servir de arena de disputa política, mas adotará todo o rigor nas investigações e na responsabilização dos envolvidos”.
“A CPMI aprovou requerimento de convocação de pessoas que trabalharam na campanha do presidente Jair Bolsonaro para que esclareçam denúncias de disseminação de fake news. Vamos apurar com todo o rigor, mas não vou permitir que a CPMI seja transformada em palanque para quem queira se vingar”, afirmou o senador, assegurando não ser governista nem de oposição. “Nosso objetivo é deixar um grande legado para o país, com uma legislação mais dura contra as fake news e uma maior proteção para a sociedade. Afinal, as fake news destroem reputações, ofendem famílias, e não podemos mais permitir que pessoas mal-intencionadas se sintam seguras por trás de um computador para continuar a fazer isso”, afirmou.
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