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quarta-feira, 4 de julho de 2018

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Candidaturas ao Buriti terão de esperar até que se fechem acordos para sucessão presidencial.

Movimentações nacionais da centro esquerda pelo Palácio do Planalto dão gás para o projeto de reeleição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB). A pedido da executiva nacional, o PDT freou mais uma vez a pré-candidatura para o Governo do Distrito Federal (GDF) para ter mais conforto na construção de aliança nacional pela pré-candidatura de Ciro Gomes (PDT) para presidente.

“Nós não podemos avançar em candidatura própria ou apoio para outros candidatos. Vamos esperar as alianças que serão fechadas nacionalmente”, afirmou o presidente regional Georges Michel. PDT e PSB negociam uma coligação no patamar nacional. Os trabalhistas definirão qual será o desenho da coligação na convenção de 20 de julho.

Mas Michel descarta que definição nacional será repetida automaticamente no DF. “Nos não vamos obrigatoriamente fazer a mesma composição em Brasília. Vamos avaliar as melhores condições para o partido em Brasília. O mais importante é que nós não perdemos uma perspectiva de candidatura própria”, sinalizou Michel.

O PDT estuda dois nomes para a pré-candidatura regional, os ex-deputados distritais Peniel Pacheco e Fábio Barcellos. Mas pisou no freio a pedido do próprio presidente nacional Carlos Lupi. Mas Pacheco e Barcellos continuam no tabuleiro. Politicamente, segundo o presidente regional do PSB, Tiago Coelho, a parada proporciona mais fôlego para Rollemberg.

“Injeta gás, reoxigena, dá mais volume para nosso projeto”, ponderou. Apesar da rejeição de parte do PDT a uma reaproximação com Rollemberg, Coelho julga que há espaço para uma reaproximação.

Além de questionar determinadas decisões do GDF, os trabalhistas se queixam que o partido ficou escanteado do núcleo do governo, enquanto faziam parte da base.

A suspensão do lançamento da pré-candidatura proporciona ao PSB mais tempo para curar as feridas e propor u ma nova aliança. Como não conseguiu lançar um nome para disputar o Planalto, o PSB tem folga para costurar acordos com outros partidos da centro-esquerda, como a Rede.

Saiba Mais

O PDT sepultou de vez o projeto de composição com o pré-candidato ao GDF, Jofran Frejat (PR). Mas mantém no horizonte uma eventual aproximação com o senador Cristovam Buarque (PPS).

Segundo Georges Michel, o PDT não irá tomar decisões de forma apressada.

Neste sentido, ele lembrou a frase de Leonel Brizolla: “Nós temos o fio da história”.

Atualmente, o PSB brasiliense tem o apoio formal apenas do PV. O partido tem boa relação com a Rede e trabalha para recuperar o apoio da agremiação, oferecendo espaço para uma vaga do Senado.
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