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Greves irresponsáveis no Metrô e dos motoristas de ônibus podem aumentar casos de Covid-19

Transgrendindo a lei e a pandemia do Covid-19, ao mesmo tempo os sindicatos dos motoristas de ônibus e do Metrô deflagram a greves. A dos ôn...


Transgrendindo a lei e a pandemia do Covid-19, ao mesmo tempo os sindicatos dos motoristas de ônibus e do Metrô deflagram a greves. A dos ônibus, que em princípio tem prazo de 24 horas, pegou muitas pessoas de surpresa.
O que se viu nesta manhã de segunda (3) foram as paradas abarrotadas de pessoas. 
O Metrô com 30% das composições em atividade já tem sua segunda semana, que redunda em aglomeração maior ainda dentro dos vagões.
Ao que parece, a reivindicação de vacinar os motoristas, que é a principal da categoria dos rodoviários está acima da preocupação com a população como um todo. É preciso lembrar que o momento é inapropriado para tais posturas, em plena pandemia que, caminha para chegar a um total d 500 mil mortes em decorrência da Covid-19.
Irresponsabilidade, tanto quanto as manifestações do Dia do Trabalhador, sem precedentes nas principais capitais do Brasil.
Além de ser julgada ilegal pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) os Sinttrater, que reúne os rodoviários insistiu em manter a paralisação de 100% da frota de ônibus. Isso, durante 24 horas em todo o Distrito Federal, que iniciou às 0h de hoje.
Lockdown dos rodoviários
Segundo nota, o sindicato informou que se trata do “lockdown dos rodoviários para cobrar a vacinação dos trabalhadores. “Nesta segunda, não saia de casa. O trabalho volta normalmente na terça. Vamos estar firmes, apesar das ameaças que possam vir. Nossa luta é justa”, diz a nota dp Sinttrater.
Na noite deste domingo (2), a desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Sandra de Santis suspendeu decisão anterior da Corte que considerou a greve “ilegal e abusiva” e determinou multa de R$ 1 milhão caso a paralisação fosse mantida.
Contra a lei, sujeita a multa de R$ 1 milhão, e irresponsável para esse crítico momento de novas cepas se espalhando não só pelo DF, mas em outros e estados as sem noção greves no Metrô e dos motoristas de ônibus causa repugnância na população, que está já calejada pelos sacrifícios impostos pela pandemia.
Tansporte pirata
Simplesmente, os grevistas passaram por cima do determinação determinação da Justiça do Trabalho (JT) para assegurar o funcionamento mínimo de 60% da frota de ônibus nos horários de pico e de 40% em outros horários. Irresponsabilidade e ilegalidade de mãos dadas, deixando a população nas mãos de proprietários de ônibus e de vans clandestinos, colocando em risco os usuários e elevando outro risco, que é o de aumentar ainda mais os índices de infecção do Covid-19.

Foto: Ed Alves / Correioweb

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