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Vereadora Gabriela Rodart vai ao MP contra campanha do Burguer King que expõe crianças a ideologia de gênero

Vereadora Gabriela Rodart vai ao MP contra campanha do Burguer King que expõe crianças a ideologia de gênero A vereadora por Goiânia, Gabrie...


Vereadora Gabriela Rodart vai ao MP contra campanha do Burguer King que expõe crianças a ideologia de gênero
A vereadora por Goiânia, Gabriela Rodart (DC) protocolizou junto ao Ministério Público de Goiás, uma notícia-crime contra a rede de fast-food Burguer King do Brasil, após a empresa realizar uma campanha publicitária onde crianças são colocadas em situação que fere os princípios previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Recentemente a rede lançou um vídeo titulado “Não sabe como explicar LGBTQIA+ para crianças?”, onde crianças são expostas a temas sensíveis sobre a sexualidade humana. 
Os menores aparecem falando abertamente sobre “namoro”. Uma das meninas chega a dizer que em sua casa “tem o G de gay, o T de trans”.
“Não mexam com nossos filhos!”, esta foi a frase que diversas personalidades conservadoras levantaram nas redes sociais contra a publicação do vídeo da campanha da Burguer King. Para a vereadora Rodart, autora da notícia-crime, a exposição de crianças a um tema de caráter sexual é um “descalabro”. 
“Nenhum grupo coletivo está acima das leis especialmente quando o caso envolve crianças sendo expostas a esse ideário nefasto de que o ‘gênero é uma construção social’, isso é uma clara tentativa de engenharia social, além da promoção da pornografia. Isso doentio, é criminoso!”, afirma.
O texto da ação deixa claro que o objetivo da notícia crime não é censurar ou tolher de qualquer forma o ato comercial em si, mas preservar os direitos assegurados pelo ECA. 
A denúncia sustenta que o comercial não se trata de “uma mera propaganda que objetiva promover uma marca ou um produto em virtude de competitividade para o mercado consumidor, mas sim a franca promoção de uma agenda publicitária com vistas à deterioração dos elementos fundantes de uma sociedade organizada. 
Os requeridos praticaram os crimes tipificados nos artigos 218 - B da Lei n° 2.848 de 07 de dezembro de 1940 (Código Penal Brasileiro) e artigo 241 – A da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente)”.
A alegação destaca também que “as iniciativas propagandistas dos investigados comprometem a capacidade cognitiva da criança e seu progresso intelectual, pois despertam curiosidade e antecipam flagrantemente etapas pelos quais deveriam tomar conhecimento em momento posterior, ou seja, quando terão capacidade de produzir e proferir julgamentos segundo as suas convicções e ensinamentos morais orientados por seus pais. Com a antecipação de determinado conteúdo, a criança, incapaz de compreendê-lo, agirá por impulso e sequer saberá interpretar tais atos, podendo ser vítima de uma reengenharia social arbitrária”.
Rodart explica que a ação não tem a ver com pessoas homossexuais, mas com a utilização de crianças inocentes num comercial onde fala-se de temas inapropriados à idade destas. “Ninguém aqui tá fazendo campanha contra pessoas homossexuais, não. 
O que não vamos aceitar é que crianças inocentes sejam utilizadas como meio para propagação de uma agenda coletivista. Devemos proteger nossas crianças, não expô-las a situações que abrem precedentes a sexualização precoce, pornografia infantil e até à pedofilia”, esclarece.
https://www.instagram.com/p/CQrzpaZliVu/

Outras ações junto ao MP
Em razão de uma série de queixas e reclamações recebidas de usuários do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais, o IMAS, a vereadora também protocolizou no Ministério Público de Goiás, uma denúncia oficial pedindo ao órgão que instaure os procedimentos cabíveis e investigue os possíveis desatinos ocorridos na saúde goianiense. 
A denúncia foi acatada pelo MP que deve dar os devidos destinos ao caso.
Dentre as queixas apresentadas por usuários estão: 1) cobranças indevidas; 2) aumento exacerbado nos valores de consultas e exames; 3) cancelamento sem justificativa de consultas pré-agendadas, ou quando justificadas, afirmam que o cancelamento ocorreu por atingirem uma “cota de atendimentos diários”.
“Vários cidadãos têm enviado reclamações em nossos canais de comunicação desses acontecimentos, todas elas no mesmo sentido” relata a parlamentar que continua “não podemos permitir que o atendimento médico dos nossos servidores fique vulnerável dessa forma”, conclui.

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