O documento prevê 28 ações de gestão e oito ações estratégicas voltadas à segurança hídrica. A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneam...
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou a Audiência Pública nº 002/2026, em formato presencial e virtual, com o objetivo de obter subsídios e contribuições referente ao relatório final e resumo executivo da atualização do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos do Distrito Federal (PGIRH/DF).
Durante o encontro, realizado em 26 de fevereiro, os consultores da Profill Engenharia e Ambiente S.A., Sidnei Agra e Carlos Bortoli, e o consultor independente Leonardo Mitre apresentaram os principais pontos da terceira edição do plano. Previsto na Lei nº 2.725/2001, o PGIRH é instrumento central da Política Distrital de Recursos Hídricos e orienta o uso, a proteção e a gestão das águas no DF.
O plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos anos | Foto: Divulgação/Adasa
Desenvolvido ao longo de dois anos, com recursos da própria Adasa e participação das instâncias colegiadas, o plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão — como outorga, cobrança e sistema de informações — e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos 5, 10 e 15 anos. Ao todo, são previstas 28 ações de gestão e 8 ações estratégicas voltadas à segurança hídrica, além de manuais que detalham a implementação das medidas prioritárias.
“Essa atualização reafirma um ponto fundamental: a segurança hídrica do Distrito Federal depende não apenas da expansão da oferta, mas também do fortalecimento institucional, do aperfeiçoamento regulatório e do uso eficiente e sustentável dos recursos hídricos”, destacou o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro.
O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro reforçou a importância da participação social em todo processo: “Esse é um componente indispensável que permite transparência, legitimidade e aprimoramento técnico das decisões que refletem a condução rigorosa e responsável do trabalho”.
As contribuições apresentadas na audiência serão analisadas para subsidiar a consolidação da versão final do plano, fortalecendo o planejamento e a gestão integrada dos recursos hídricos no Distrito Federal.
Da redação do Portal de Notícias, com informações da Adasa
Desenvolvido ao longo de dois anos, com recursos da própria Adasa e participação das instâncias colegiadas, o plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão — como outorga, cobrança e sistema de informações — e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos 5, 10 e 15 anos. Ao todo, são previstas 28 ações de gestão e 8 ações estratégicas voltadas à segurança hídrica, além de manuais que detalham a implementação das medidas prioritárias.
“Essa atualização reafirma um ponto fundamental: a segurança hídrica do Distrito Federal depende não apenas da expansão da oferta, mas também do fortalecimento institucional, do aperfeiçoamento regulatório e do uso eficiente e sustentável dos recursos hídricos”, destacou o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro.
O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro reforçou a importância da participação social em todo processo: “Esse é um componente indispensável que permite transparência, legitimidade e aprimoramento técnico das decisões que refletem a condução rigorosa e responsável do trabalho”.
As contribuições apresentadas na audiência serão analisadas para subsidiar a consolidação da versão final do plano, fortalecendo o planejamento e a gestão integrada dos recursos hídricos no Distrito Federal.
Da redação do Portal de Notícias, com informações da Adasa
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