Mário Esteves: ‘A indicação do nosso vice pode ficar a cargo de um desses quatro partidos’ Barra do Piraí A cada dia que passa, esquenta...
Mário Esteves: ‘A indicação do nosso vice pode ficar a cargo de um desses quatro partidos’
Barra do Piraí
A cada dia que passa, esquentam mais as prévias pela disputa da prefeitura. Se de um lado o pré-candidato do PMDB, Maércio de Almeida, contabiliza grandes aliados e tem o apoio de caciques como o governador Sérgio Cabral (PMDB), do outro, o indicado do PRB, Mário Esteves, se articula para não ficar atrás. Ontem, o vereador revelou que, esta semana, se reuniu com representantes de mais quatro siglas, o que, segundo ele, pode ampliar para 11 o seu rol de coligados.
O parlamentar declarou que teve um encontro com representantes do DEM, PHS, PTdoB e PSDB. Vale lembrar que algumas legendas já teriam se posicionado ao lado dele, como PRTB, PTB, PSL, PPL, PSOL e PRP.
- Foi uma reunião visando às eleições e uma composição para a chapa majoritária. Não foi nosso primeiro debate e já marcamos um terceiro - falou.
Um nome que chama a atenção entre os possíveis aliados de Mário é o do PHS, presidido a nível municipal pelo ex-vereador Cristiano Almeida. Isso porque, durante o tempo em que atuaram juntos no Legislativo, entre 2005 e 2008, eles eram desafetos políticos, protagonizando debates calorosos. Na época, a "picuinha" entre ambos era tanta que se tornou pública, mas, agora, de acordo com Esteves, "isso não existe mais".
- O Cristiano me recebeu muito bem. Éramos muito novos quando nossa relação foi ruim. Reconheço que passei dos limites em alguns momentos, tentando acertar, no entanto, neste momento, tudo de mau ficou para trás. Acredito que ele possui um potencial enorme para agregar ao nosso grupo, como alguém bastante capaz de acrescentar a um possível governo - esclareceu.
Voltando ao flerte com os quatro partidos, o republicano destacou que assumiu um compromisso durante a última reunião.
- Deixei claro que, se o presidente da Câmara Municipal, Luiz Roberto Coutinho, o Tostão (PP), for candidato, deixaremos a indicação do vice por conta de um deles - afirmou.
Questionado por que mencionou o nome do colega de Casa, Mário respondeu:
- O Tostão tem me pedido que aguarde um pouco para definir o vice, porque, há algum tempo, assumimos de fazer essa composição, caso ele não seja candidato. Com a vinda do grupo que está com o PP, mais o DEM, PHS, PTdoB, PSDB e as outras siglas que já fecharam conosco, podemos chegar a uma coligação de 16 membros.
Por fim, o pré-candidato do PRB enfatizou que acredita na aliança com o líder do Legislativo.
- Não creio na candidatura do Tostão, não por falta de capacidade, mas, sim, pelo que apontam as pesquisas. Ele é muito pé no chão, tem cinco partidos, enquanto eu tenho sete. Então, se nos unirmos, teremos muito mais forças - encerrou.
O parlamentar declarou que teve um encontro com representantes do DEM, PHS, PTdoB e PSDB. Vale lembrar que algumas legendas já teriam se posicionado ao lado dele, como PRTB, PTB, PSL, PPL, PSOL e PRP.
- Foi uma reunião visando às eleições e uma composição para a chapa majoritária. Não foi nosso primeiro debate e já marcamos um terceiro - falou.
Um nome que chama a atenção entre os possíveis aliados de Mário é o do PHS, presidido a nível municipal pelo ex-vereador Cristiano Almeida. Isso porque, durante o tempo em que atuaram juntos no Legislativo, entre 2005 e 2008, eles eram desafetos políticos, protagonizando debates calorosos. Na época, a "picuinha" entre ambos era tanta que se tornou pública, mas, agora, de acordo com Esteves, "isso não existe mais".
- O Cristiano me recebeu muito bem. Éramos muito novos quando nossa relação foi ruim. Reconheço que passei dos limites em alguns momentos, tentando acertar, no entanto, neste momento, tudo de mau ficou para trás. Acredito que ele possui um potencial enorme para agregar ao nosso grupo, como alguém bastante capaz de acrescentar a um possível governo - esclareceu.
Voltando ao flerte com os quatro partidos, o republicano destacou que assumiu um compromisso durante a última reunião.
- Deixei claro que, se o presidente da Câmara Municipal, Luiz Roberto Coutinho, o Tostão (PP), for candidato, deixaremos a indicação do vice por conta de um deles - afirmou.
Questionado por que mencionou o nome do colega de Casa, Mário respondeu:
- O Tostão tem me pedido que aguarde um pouco para definir o vice, porque, há algum tempo, assumimos de fazer essa composição, caso ele não seja candidato. Com a vinda do grupo que está com o PP, mais o DEM, PHS, PTdoB, PSDB e as outras siglas que já fecharam conosco, podemos chegar a uma coligação de 16 membros.
Por fim, o pré-candidato do PRB enfatizou que acredita na aliança com o líder do Legislativo.
- Não creio na candidatura do Tostão, não por falta de capacidade, mas, sim, pelo que apontam as pesquisas. Ele é muito pé no chão, tem cinco partidos, enquanto eu tenho sete. Então, se nos unirmos, teremos muito mais forças - encerrou.
‘Não abro mão de ser candidato', diz Tostão
Procurado para comentar o que disse Mário Esteves, Tostão negou que tenha intenção de desistir de disputar a cadeira do Executivo.
- Agora, não abro mão de ser candidato a prefeito - decretou.
O presidente da Câmara frisou que as palavras do republicano são uma "meia verdade".
- Existe a possibilidade de caminharmos juntos, sim, mas discutindo, futuramente, quem encabeçaria a majoritária. Assim como o Mário cogita a chance de eu ser vice, ele poderia vir como o meu segundo nome - sugeriu.
- Agora, não abro mão de ser candidato a prefeito - decretou.
O presidente da Câmara frisou que as palavras do republicano são uma "meia verdade".
- Existe a possibilidade de caminharmos juntos, sim, mas discutindo, futuramente, quem encabeçaria a majoritária. Assim como o Mário cogita a chance de eu ser vice, ele poderia vir como o meu segundo nome - sugeriu.
Presidente do PHS descarta chances de fechar com PRB e critica Mário Esteves
Presidente do diretório municipal do PHS, Cristiano Almeida disse que não vê futuro nas negociações com a sigla republicana.
- Não tem nada fechado, nem decidido. A conversa que nós tivemos com o Mário Esteves foi normal, como uma articulação política, a mesma que já houve com outros grupos. Eu, como representante do PHS, não vejo a mínima chance de fechar com o PRB - sentenciou.
Justificando o porquê dessa postura, o ex-vereador argumentou:
- O pré-candidato não apresentou nenhuma proposta, nem demonstrou ter base política para governar o município. Por exemplo, pedi a ele que me apontasse algo sólido que comprovasse que ele está bem nas pesquisas, no entanto, nada me foi colocado.
Cristiano negou que tenha sido desafeto de Esteves durante o tempo em ocupou uma cadeira na Câmara, dizendo que "apenas não concordava com a política adotada por ele".
Sobre o futuro da aliança, aparentemente dada como certa por Mário, Almeida reforçou que não vai pra frente.
- Não fui convencido de que ele seria um bom prefeito de Barra do Piraí - finalizou.
- Não tem nada fechado, nem decidido. A conversa que nós tivemos com o Mário Esteves foi normal, como uma articulação política, a mesma que já houve com outros grupos. Eu, como representante do PHS, não vejo a mínima chance de fechar com o PRB - sentenciou.
Justificando o porquê dessa postura, o ex-vereador argumentou:
- O pré-candidato não apresentou nenhuma proposta, nem demonstrou ter base política para governar o município. Por exemplo, pedi a ele que me apontasse algo sólido que comprovasse que ele está bem nas pesquisas, no entanto, nada me foi colocado.
Cristiano negou que tenha sido desafeto de Esteves durante o tempo em ocupou uma cadeira na Câmara, dizendo que "apenas não concordava com a política adotada por ele".
Sobre o futuro da aliança, aparentemente dada como certa por Mário, Almeida reforçou que não vai pra frente.
- Não fui convencido de que ele seria um bom prefeito de Barra do Piraí - finalizou.
Nenhum comentário
Postar um comentário