Roupa de gala mesmo com o término da Copa do Mundo Na semana seguinte ao Mundial, torcedores mantêm seus veículos enfeitados Kiara Mila Oli...
Roupa de gala mesmo com o término da Copa do Mundo
Na semana seguinte ao Mundial, torcedores mantêm seus veículos enfeitados
Kiara Mila Oliveira
A Copa no Brasil conseguiu atrair e amolecer os corações dos mais apáticos. Era possível ver a manifestação da população com enfeites nas casas e ruas uma semana antes de o Mundial começar. Nos carros, bandeiras embelezavam as janelas e capôs.
Há dois dias do fim, ainda é possível ver poucos veículos desfilando com as cores do País e as justificativas para a permanência delas são variadas.
Corretor de seguros, Carlos Nisan, mesmo com o vexame da seleção brasileira na semifinal diante da Alemanha - no massacre alemão de 7 x 1 - e a conquista do quarto lugar, se diz um patriota nato. Com a bandeira estendida em seu carro desde 12 de junho, o motivo da não retirada agora são as eleições.
“Se essa arrebentar eu dou um jeito de comprar outra. Espero que o Brasil tenha acordado do jeito que a gente costuma ver na mídia. Tenho fé”, crava o pai de família de 48 anos que somente nesta Copa aderiu a moda dos enfeites.
Outro patriota assumido é o Ricardo Oliveira. Dono de um Voyage preto ele exibe com orgulho a bandeira nacional no estacionamento na porta de seu estabelecimento comercial, em Taguatinga.
Tímido para conversar, ele tentou inventar uma desculpa e sair pela tangente. “Não tive tempo de tirar”, mas questionado pela mulher, ele assumiu. “Tenho orgulho do Brasil mesmo com as atuações que o mundo inteiro viu. Não sei até quando vou ficar com a bandeira. Quando tirar, vou guardar para a próxima Copa”, promete.
Filas atrapalharam
Ricardo até tentou assistir a algum dos sete jogos que o Mané Garrincha sediou, mas ficou receoso por ter problemas físicos. O comerciante anda com mais de quatro garrafas de água no carro para abastecer seus rins.
“Vi alguns vídeos e percebi as filas enormes dos banheiros. Se eu estivesse lá, ia ter que usar a minha bandeira para fazer um cercadinho e me aliviar onde desse”, brinca.
Flamenguista roxo ele sonha em acompanhar um duelo do time em Brasília. Até lá, espera que o valor da água no estádio e as filas dos banheiros diminuam. “Um dia ainda crio coragem para ir”, acrescenta o comerciante.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
Há dois dias do fim, ainda é possível ver poucos veículos desfilando com as cores do País e as justificativas para a permanência delas são variadas.
Corretor de seguros, Carlos Nisan, mesmo com o vexame da seleção brasileira na semifinal diante da Alemanha - no massacre alemão de 7 x 1 - e a conquista do quarto lugar, se diz um patriota nato. Com a bandeira estendida em seu carro desde 12 de junho, o motivo da não retirada agora são as eleições.
“Se essa arrebentar eu dou um jeito de comprar outra. Espero que o Brasil tenha acordado do jeito que a gente costuma ver na mídia. Tenho fé”, crava o pai de família de 48 anos que somente nesta Copa aderiu a moda dos enfeites.
Outro patriota assumido é o Ricardo Oliveira. Dono de um Voyage preto ele exibe com orgulho a bandeira nacional no estacionamento na porta de seu estabelecimento comercial, em Taguatinga.
Tímido para conversar, ele tentou inventar uma desculpa e sair pela tangente. “Não tive tempo de tirar”, mas questionado pela mulher, ele assumiu. “Tenho orgulho do Brasil mesmo com as atuações que o mundo inteiro viu. Não sei até quando vou ficar com a bandeira. Quando tirar, vou guardar para a próxima Copa”, promete.
Filas atrapalharam
Ricardo até tentou assistir a algum dos sete jogos que o Mané Garrincha sediou, mas ficou receoso por ter problemas físicos. O comerciante anda com mais de quatro garrafas de água no carro para abastecer seus rins.
“Vi alguns vídeos e percebi as filas enormes dos banheiros. Se eu estivesse lá, ia ter que usar a minha bandeira para fazer um cercadinho e me aliviar onde desse”, brinca.
Flamenguista roxo ele sonha em acompanhar um duelo do time em Brasília. Até lá, espera que o valor da água no estádio e as filas dos banheiros diminuam. “Um dia ainda crio coragem para ir”, acrescenta o comerciante.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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