Myke Sena Secretária de Planejamento diz que prazo dado pela Câmara Legislativa era "humanamente impossível" Rebatendo as críti...
Myke Sena
Secretária de Planejamento diz que prazo dado pela Câmara Legislativa era "humanamente impossível"
Rebatendo as críticas da Câmara Legislativa, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) afirma que não houve lentidão no encaminhamento do projeto remanejamento de R$ 1,5 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev). O Palácio do Buriti também crava que o veto para aposentadorias e pensões, questionado pelo Legislativo, fazia parte do acordo selado no ano passado para a votação da matéria na próxima segunda-feira, 15 de janeiro. De acordo com o GDF, existem recursos no caixa e os benefícios estão garantidos.
Segundo a secretária de Planejamento, Leany Lemos, o encaminhamento do projeto em 3 de janeiro como queria a Câmara era “humanamente impossível”, considerando a produção de um documento responsável jurídica e tecnicamente. “Não tem caixinha. Não tem surpresa. Aquilo que está combinado não sai caro, como diria na cultura popular. O que está se fazendo é o cumprimento de um acordo que foi feito com a Câmara Legislativa”, afirma Lemos. Do ponto de vista do governo, os parlamentares terão tempo hábil para analisar a proposta, uma vez que mais de 90% do conteúdo estava presente na proposta original, encaminhada para a Casa no final do ano passado.
Lemos inclusive elogiou publicamente a celeridade do corpo técnico da pasta do Planejamento para produção do material, em um prazo reduzido e com segurança jurídica. Sobre o veto, a secretaria argumenta que o veto dos encargos previdenciários é uma imposição da legislação para a execução do remanejamento, considerando que no ano passado o GDF promoveu uma reforma previdenciária, unindo os antigos fundos capitalizado e financeiro para criação do fundo solidário. Em tese, os recursos teriam que ser esterilizados para qualquer movimentação após a fusão dos antigos fundos. Leany argumenta que seria uma irresponsabilidade do Executivo não vetar.
O governo defende que, pela a Lei Orgânica, sem o veto, os recursos ficariam suspensos até o último trimestre do ano. O Buriti promete que o pagamento das aposentadorias e pensão será garantido por operações orçamentárias ao longo do ano, como trocas de fontes. “Já está garantido. A Lei já garantiu”, comenta Lemos, fazendo referência a legislação aprovada no ano passado para a reestruturação da previdência brasiliense. Encaminhando o projeto hoje, o Executivo está confiante na votação do projeto no começo da próxima semana. Com a manobra financeira, Buriti pretende executar obras e nomeações de concursados.
Secretária de Planejamento diz que prazo dado pela Câmara Legislativa era "humanamente impossível"
Rebatendo as críticas da Câmara Legislativa, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) afirma que não houve lentidão no encaminhamento do projeto remanejamento de R$ 1,5 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev). O Palácio do Buriti também crava que o veto para aposentadorias e pensões, questionado pelo Legislativo, fazia parte do acordo selado no ano passado para a votação da matéria na próxima segunda-feira, 15 de janeiro. De acordo com o GDF, existem recursos no caixa e os benefícios estão garantidos.
Segundo a secretária de Planejamento, Leany Lemos, o encaminhamento do projeto em 3 de janeiro como queria a Câmara era “humanamente impossível”, considerando a produção de um documento responsável jurídica e tecnicamente. “Não tem caixinha. Não tem surpresa. Aquilo que está combinado não sai caro, como diria na cultura popular. O que está se fazendo é o cumprimento de um acordo que foi feito com a Câmara Legislativa”, afirma Lemos. Do ponto de vista do governo, os parlamentares terão tempo hábil para analisar a proposta, uma vez que mais de 90% do conteúdo estava presente na proposta original, encaminhada para a Casa no final do ano passado.
Lemos inclusive elogiou publicamente a celeridade do corpo técnico da pasta do Planejamento para produção do material, em um prazo reduzido e com segurança jurídica. Sobre o veto, a secretaria argumenta que o veto dos encargos previdenciários é uma imposição da legislação para a execução do remanejamento, considerando que no ano passado o GDF promoveu uma reforma previdenciária, unindo os antigos fundos capitalizado e financeiro para criação do fundo solidário. Em tese, os recursos teriam que ser esterilizados para qualquer movimentação após a fusão dos antigos fundos. Leany argumenta que seria uma irresponsabilidade do Executivo não vetar.
O governo defende que, pela a Lei Orgânica, sem o veto, os recursos ficariam suspensos até o último trimestre do ano. O Buriti promete que o pagamento das aposentadorias e pensão será garantido por operações orçamentárias ao longo do ano, como trocas de fontes. “Já está garantido. A Lei já garantiu”, comenta Lemos, fazendo referência a legislação aprovada no ano passado para a reestruturação da previdência brasiliense. Encaminhando o projeto hoje, o Executivo está confiante na votação do projeto no começo da próxima semana. Com a manobra financeira, Buriti pretende executar obras e nomeações de concursados.

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