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domingo, 15 de abril de 2018

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A dança de cadeiras das trocas partidárias, que se encerrou no sábado passado (7/4), causou o enfraquecimento do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) na Câmara Legislativa. Depois do anúncio de que o PRB dos ex-líderes de governo na CLDF Julio Cesar e Rodrigo Delmasso deixou a base, o chefe do Executivo terá, ao menos por ora, apenas seis aliados entre os 24 distritais: Agaciel Maia (PR), Juarezão (PSB), Luzia de Paula (PSB), Professor Israel Batista (PV), Lira (PHS) e Telma Rufino (Pros).
O número nem de longe dá ao socialista poder de barganha em votações a menos de oito meses do fim do atual mandato, o que também pode representar enfraquecimento nas urnas.

O desembarque ocorre no momento em que o governador tenta reverter a baixa aprovação perante o eleitorado, que acabou se refletindo no apoio dentro da Casa. Sem a certeza de que Rollemberg conseguirá se reeleger, partidos aliados começam a se afastar e buscar alternativas eleitorais.

Mesmo legendas que estão ao lado de Rollemberg se mostram divididas entre seus deputados. O Pros conta com duas distritais no Legislativo local. Telma Rufino é presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) e tem tocado projetos importantes, como o Código de Obras – aprovado na última semana – e a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), ambos de interesse do Buriti. Por outro lado, Liliane Roriz se declara independente. Ambas têm o aval do partido para manterem as posições.
Outro partido que está com o pé quase fora da base é o PR, de Agaciel – principal nome da articulação do GDF na Câmara. O líder do governo está na mesma sigla de Jofran Frejat, pré-candidato ao Buriti e, portanto, rival de Rollemberg nas urnas. Com isso, a saída do republicano é questão de tempo.
Fonte: Metropoles 
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