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quarta-feira, 2 de maio de 2018

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ALVARO DIAS E O “PODEMOS”, CUIDADO NÃO PODEMOS SER ENGANADOS

O “Podemos”, é um partido espanhol de extrema esquerda, de viés marxista-leninista, que apoia toda a agenda de esquerda e suas abomináveis políticas escravagistas da sociedade.
Fundado pelo extremista de esquerda espanhol Pablo Iglesias, é um partido com origem criminosa, e financiado pelo cartel venezuelano das drogas.
O “Relatório Codorna” da Unidade de Delinquência Econômica e Fiscal (UDEF) da Polícia Nacional espanhola, afirma que em 2002, Hugo Chávez, Nicolás Maduro e Evo Morales, sob o manto de uma entidade fictícia denominada Centro de Estudos Políticos e Sociais (Ceps), em cujo conselho figuram Pablo Iglesias, Iñigo Errejón, Luis Alegre e Juan Carlos Monedero, membros fundadores do partido espanhol “Podemos”, realizaram viagens a Espanha para financiar essa nova organização política com a finalidade de, uma vez que conquistem o governo, seja constituída uma porta direta de entrada de cocaína na Europa.
Indica ainda o relatório da Policia Nacional Espanhola que Pablo Iglesias, líder máximo do “Podemos”, foi financiado também pelo regime iraniano, já que um canal de televisão afiliado ao regime de Teerã efetuou vários pagamentos ao líder do Podemos para produzir comentários políticos na rede de TV iraniana.
As relações entre o Podemos e os governos autoritários da América Latina são íntimas e certas. O jornal espanhol El País revelou, em junho do ano passado, que o “Podemos” recebeu 3,7 milhões de euros do governo venezuelano entre 2002, quando foi fundado, e 2012. O pagamento estava vinculado a serviços prestados a vários órgãos do governo da Venezuela, incluindo uma assessoria direta a Hugo Chávez. Entre 2006 e 2007, Iglesias esteve pessoalmente trabalhando nesse país. Além disso, em 2007, uma equipe do Podemos, comandada pelo espanhol, prestou “assessoria ideológica” aos políticos que redigiram a nova Constituição da Bolívia, na cidade de Sucre. O texto, aprovado em um quartel e sem a presença da oposição, declarou a folha de coca, matéria-prima da cocaína, um “patrimônio cultural, recurso natural renovável e fator de coesão social” que deve ser protegido pelo Estado.[1]
“Em janeiro de 2015, uma nova descoberta levou um dirigente do Podemos e ex-¬membro do Ceps, o cientista político Juan Carlos Monedero, a deixar o partido. Ele foi acusado de receber 425 000 euros dos governos da Bolívia, da Nicarágua, da Venezuela e do Equador a pretexto de um estudo sobre uma utópica “unidade monetária” na América Latina. Os repasses ocorreram no fim de 2013, meses antes das eleições de maio do ano seguinte. A suspeita é que o montante tenha sido empregado na criação do Podemos. A legislação espanhola, contudo, proíbe que as siglas recebam verba do exterior.” [2]
Esse é o Partido Podemos, uma mera facção de tráfico internacional de drogas, que no Brasil pertence ao Sr. Álvaro Dias, amigo intimo do ministro Edson Fachin, inclusive o aprovando para o STF.
Como não poderia deixar de ser, o Estatuto do Partido "Podemos" registrado no Brasil (http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/estatuto-podemos-de-19-2-2016-aprovado-em-16-5-2017), não deixa de incorporar toda a doutrina marxista-leninista, com a criação dos "soviets" (conselhos cidadão, artigo 15, IV), ao melhor exemplo comunista, e ainda, salientar em seu artigo 14, II, a plena imposição da ideologia de gênero, exigindo de seus membros sua divulgação e defesa, sob pena até de expulsão (artigo 62).
Portanto, senhores, Álvaro Dias, ao lado de Roberto Requião e Gleisi Hoffman, formam a quadrilha paranaense no Senado Federal, todos comunistas, todos antibrasileiros, todos corruptos, todos defensores de narco-terroristas.
Álvaro Dias deveria estar preso e sendo julgado por alta traição ao Brasil.

http://www.tsf.pt/internacional/interior/venezuela-pagou-7-milhoes-ao-podemos-para-ganhar-aliados-na-politica-espanhola-5110999.html

 http://veja.abril.com.br/mundo/militar-boliviano-diz-que-podemos-seria-braco-do-trafico-venezuelano/
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