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segunda-feira, 18 de junho de 2018

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Construir redibilidade durante a graduação
Izaquiel de Silva Souza, 33 anos, bacharel em direito pela Faciplac, advogado, morador de Santa Maria
“Eu era do Piauí e entrei na escola só aos 10 anos. O assassinato do meu pai me motivou a querer estudar direito. Antes, cursei recursos humanos, mas nunca atuei na área. Eu me formei no fim do ano passado e passei na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ainda no oitavo semestre. Durante a faculdade, fiz estágio, participei de empresa júnior e projeto de extensão. Os dois anos de prática jurídica num fórum me deram experiência e contato com a Justiça federal. Não enfrentei dificuldades no mercado de trabalho depois da formatura porque, antes da faculdade, aos 24 anos, passei num concurso para ser técnico em gestão de educação na Secretaria de Educação do DF. Depois, na metade do curso, passei no concurso público para agente da Polícia Civil de Goiás. Pedi vacância no primeiro concurso para poder assumir o outro. Assim que me formei, pedi exoneração do segundo porque um agente não pode advogar, e eu tinha vontade de seguir carreira nesta área. Então, voltei à secretaria. Atualmente, concilio a carreira pública com um escritório de advocacia que abri com ex-colegas de faculdade. Na minha opinião, não é que o mercado de trabalho tenha preconceito com recém-formados, a questão é que os estudantes precisam criar uma rede de contatos e construir credibilidade durante a graduação. Os recém-formados tratam cada causa como única e dão muita importância a cada cliente. Naturalmente, quem está no mercado há mais tempo tem clientela fidelizada, uma marca reconhecida. Mas isso é natural, se constrói com o tempo.”

Estagiária sob a supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa

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