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quinta-feira, 14 de junho de 2018

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Promovido pela BPW-Brasília, o projeto conta com a parceria das embaixadas e conecta as associadas com mulheres de outros paísesKarolyne Guimarães

A BPW BRASÍLIA-DF
(Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais) realiza, na próxima quinta-feira (14), entre 17h e 19h30, a segunda edição do Global Embassy, na Embaixada do Reino dos Países Baixos. Idealizado pela vice-presidente da BPW Brasília-DF, Marília Furlan, o projeto visa desenvolver novas ações para o protagonismo feminino, junto a redes nacionais e internacionais de mulheres.

O programa passará por outras embaixadas ao longo do ano, promovendo a troca de experiências e a integração multicultural entre as associadas da BPW, especialistas e mulheres dos países com representação em Brasília.

Com o objetivo de compartilhar experiências do Brasil e do Reino dos Países Baixos sobre os desafios do mercado de trabalho para as mulheres, a segunda edição do Global Embassy tratará sobre o potencial feminino nas organizações e a equidade salarial. Os palestrantes do evento são o embaixador do Reino dos Países Baixos, Han Peters, e a Administradora de Taguatinga, Karolyne Guimarães. Eliane Cunha, assessora para relações sociais da BPW Brasília, será a mestre de cerimônia, e Camila Ribeiro, coordenadora da BPW Brasília Jovem fará a mediação do painel.

“A ideia é que a partir da troca de informações, novas ações possam surgir para diminuir as desigualdades que ainda existem”, destaca a presidente da BPW Brasília, Cristina Melo.

O Reino dos Países Baixos, embora apresente muitos avanços nas relações de trabalho, como a maioria das nações ricas e desenvolvidas, também têm algo em comum com uma realidade de trabalho do Brasil: a diferença salarial definida pelo gênero.

“O Global Embassy nasceu porque sentimos que era importante conhecer os modelos adotados em outros países em prol dos direitos das mulheres e para podermos compartilhar com outras nações os programas desenvolvidos pela BPW Brasília voltados para estimular o protagonismo feminino”, explica a vice-presidente da BPW Brasília, Marília Furlan.

“Estaremos diante de uma nação rica e desenvolvida, mas que também sofre com a discriminação salarial. Será um momento importante para ver o que tem dado certo para eles e o que podemos trazer para o nosso país”, completa.
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