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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

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A Polícia Civil de São Paulo investiga se uma mulher, responsável pela “disciplina” de mulheres na comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital paulista, seria mandante da morte da soldado da PM Juliane Duarte dos Santos. A mulher atuaria no tráfico de drogas na região. As informações são da TV Globo SP.
O corpo da policial foi encontrado dentro do porta-malas de um carro na noite de segunda-feira (6/8). O veículo estava abandonado no bairro de Jurubatuba, a oito quilômetros da comunidade de Paraisópolis.
Juliane foi executada no porta-malas com um tiro na cabeça, de acordo com as primeiras informações da perícia. No porta-malas, a polícia encontrou uma pistola calibre ponto 40, mesma arma usada pela policial.
Exames feitos no corpo da soldado indicam ainda que ela morreu na madrugada de segunda. A polícia acreditar que a policial passou quatro dias como refém. Ela foi vista pela última vez, na madrugada de quinta (2/8), em um bar da favela de Paraisópolis. Ela estava de férias.
Testemunhas contaram que alguém reclamou que o celular tinha sumido. Juliane sacou a arma e avisou que era policial. Logo depois, quatro homens encapuzados chegaram e a levaram.

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