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sábado, 15 de setembro de 2018

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Eliana Pedrosa promete priorizar programa de bolsas universitárias
Alexandre de Paula
Em visita a uma faculdade privada em Vicente Pires, a candidata do Pros ao GDF, Eliana Pedrosa, prometeu dar a prioridade ao programa Bolsa Universitária para financiar o estudo de jovens sem condições financeiras para bancar um curso de ensino superior.
“Toquei o programa quando fui secretária de Desenvolvimento Social e isso pode ser retomado e aperfeiçoado, porque os últimos governos deixaram de lado”, disse. O programa está previsto na Lei Distrital 4084/2008.
Eliana se reuniu com diretores da faculdade e defendeu o diálogo com outras instituições para criar também um programa que utilize a mão de obra de alunos, sobretudo dos cursos de direito e de administração, para trabalhos burocráticos na Polícia Militar e Civil.
A ideia é que os alunos possam ter experiências práticas e auxiliem a desafogar o trabalho nos órgãos. Eles receberiam ajuda de custo pelo serviço. “Assim, conseguiremos reabrir delegacias e aumentar o horário de funcionamento”, justificou.
A ex-distrital também falou sobre propostas para a educação básica. Ela afirmou que construirá mais escolas e principalmente creches. Pedrosa também acenou com melhorias na merenda. “Vamos fazer com que os alunos sintam que a escola é um lugar agradável para que não tenham vontade de sair”, disse.
Vicente Pires
A candidata também fez propostas para a região de Vicente Pires. Ela defendeu a regularização fundiária da região para dar estabilidade e segurança para os moradores. “Isso é muito importante. Não tem como desfazer uma cidade inteira”, comentou e prometeu também criar escolas na região.
A candidata afirmou que vai acelerar as obras para a captação de águas pluviais em andamento na região atualmente. “Existe uma dificuldade hoje em conseguir financiamentos com a Caixa Econômica por causa dos problemas com o Centrad (Centro Administrativo do Distrito Federal, em Taguatinga), mas precisamos resolver isso.” Envolto em pendências judiciais e denúncias de irregularidas no contrato, o Centrad, que deveria abrigar órgãos do governo, permanece sem funcionamento.

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