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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

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Eleito com mais de 12 mil votos, o deputado distrital Eduardo Pedrosa disse que pode mudar de partido pelo qual foi eleito,o PTC, pelo Solidariedade ou PSL, partido de Bolsonaro. Pedrosa também disse que não disputará a presidência da Câmara Legislativa, cuja eleição ocorre no início do próximo ano. O anúncio foi feito durante um encontro com blogueiros da ABBP na noite desta quinta-feira (22/11)

Por Toni Duarte//RADAR-DF
O Partido Trabalhista Cristão, do deputado eleito Eduardo Pedrosa, não alcançou o limite da cláusula de barreira, norma imposta pelo Superior Tribunal Eleitoral vigente na eleição desse ano.

Dos 30 partidos que elegeram parlamentares nas eleições deste ano, nove não atingiram a meta: Além do PTC estão na mesma situação o PCdoB, Rede, Patriota, PHS, PRP, PMN, PTC, PPL e DC. Não elegeram parlamentares e também não atingiram a cláusula de barreira: PRTB, PMB, PCB, PSTU e PCO.

A cláusula de barreira é um critério de desempenho para partidos terem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV nas eleições. Foi criada com a Emenda Constitucional 97, promulgada em novembro de 2017.

A regra obriga o partido ter 1,5% dos votos válidos em todo o país, ou eleger nove deputados federais em nove estados diferentes.

“Sou obrigado a mudar de partido, provavelmente para o Solidariedade ou para o PSL, legendas que estarei sondando logo que tomar posse como deputado eleito”, disse Eduardo Pedrosa, durante um encontro com blogueiros da Associação Brasiliense de Blogueiros de Política (ABBP)Blogueiros de política da ABBP no encontro com Eduardo Pedrosa.

O distrital eleito afirmou ainda que não pretende disputar a eleição da mesa diretora da Câmara Legislativa e anunciou que terá uma atuação independente, mas sem fazer oposição irresponsável ao novo governo de Ibaneis Rocha (MDB), que toma posse no dia 1 de janeiro do próximo ano.

Na entrevista coletiva com blogueiros de política o empresário e deputado eleito afirmou ainda que vai trabalhar em parceria com o executivo para desenvolver a Cidade Tecnológica do DF e trabalhar para trazer fundos de investimentos e grandes empresas para a capital. Para ele tecnologia é sinônimo de investimento.
“Precisamos repensar a carga tributária e fomentar o investimento nesses empreendimentos, por exemplo. Com isso, mais do que fomentar a economia, teremos a oportunidade de valorizar e desenvolver mais mão-de-obra de qualidade, que é um ponto chave para atração dessas grandes empresas”, disse.

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