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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

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Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Juiz torna réus Lula, Dilma, Palocci e Mantega por “quadrilhão do PT”
Eles passarão a responder como réus por suspeita de organização criminosa.

O juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal (DF), abriu ação penal contra integrantes da cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT), logo após uma denúncia de suposta organização criminosa.

Agora todos estes passam a ser réus: os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.
Em setembro do ano passado, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou também ao Supremo Tribunal Federal (STF), além dos nomes citados, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, Edinho Silva, ministro de Comunicação Social e a senadora Gleisi Hoffmann, que atualmente ocupa a presidência do PT.
Segundo ele, a cúpula do PT recebeu R$ 1,48 bilhão de propina em dinheiro desviado dos cofres públicos. O juiz considerou a denúncia “idônea e formalmente apta” e determinou que os cinco réus sejam intimados a apresentar defesa por escrito no prazo de 15 dias. Somente Gleisi Hofmann e o marido, Paulo Bernardo, permaneceram como investigados no Supremo.
O caso é conhecido como “quadrilhão do PT”, porque se originou de um inquérito no qual integrantes de diversos partidos eram investigados por organização criminosa, mas depois foi dividido por partidos. Entre os crimes estão corrupção e lavagem de dinheiro relacionados com o Ministério de Minas e Energia, Petrobrás, Construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e UTC, e J&F/BNDES.
Lula, Palocci e Vaccari atualmente cumprem pena de prisão por causa de outros processos da Lava Jato. Janot afirmou que Lula “foi o grande idealizador da constituição da presente organização criminosa” e pediu que sua pena seja maior que a dos demais

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