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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

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PROFESSORA MORRE APÓS SOFRER PARADA CARDÍACA EM ESCOLA


Por Fernando Caixeta
Corpo de Bombeiros tentou reanimar a docente por 52 minutos, mas ela não respondeu aos procedimentos e teve o óbito confirmado no local.
Uma professora da rede pública morreu após sofrer mal súbito, que evoluiu para uma parada cardiorrespiratória, dentro da escola. O incidente ocorreu no Centro de Ensino Fundamental 5, em Taguatinga Sul, por volta das 14h15 desta quarta-feira (28/11).
O Corpo de Bombeiros foi acionado para reanimar a docente Angélica Ferreira Dulci, 49 anos. Durante 52 minutos, os socorristas fizeram manobras de reanimação, mas não conseguiram fazer com que a mulher reagisse. Às 15h32, ela teve o óbito confirmado por um médico.

Não há informações se ela se sentiu mal durante as aulas nem o que teria causado a fatalidade. De acordo com os bombeiros, quando o socorro chegou ao colégio, Angélica estava acompanhada de outros professores e não havia alunos na sala onde ela estava.
Em uma descrição bem-humorada de si mesma nas redes sociais, Angélica se define como “professora, fonoaudióloga, mãe, avó, contadora, faxineira, cozinheira, psicóloga, ‘pãe’, goleira e atacante,motorista,caixa eletrônico”.
“Adoro cantar, dançar, ler, e até às vezes compor algo, mas fazer amigos é o que há de melhor! Ver as coisas pela ótica de outras pessoas… Crescer com eles”, escreveu.
Atestados
Na rede pública de ensino do Distrito Federal, a cada hora, a Secretaria de Educação registra média de duas licenças ou atestados médicos e odontológicos de professores. Segundo a pasta, foram 21,8 mil em 2016. Naquele ano, a rede pública tinha quase 29 mil docentes na ativa.
À época, a secretaria não apontou as causas dos afastamentos médicos. Mas, de acordo com o diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro) Samuel Fernandes, pelo menos 70% dos casos envolviam depressão e outros problemas psicológicos.

Fonte: Metrópoles
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