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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

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Justiça lenta: MPF pede condenação de Dilma por pedaladasMinistério Público demorou, mas pediu punição para os envolvidos
Por Marcos Roberto
O Ministério Público Federal no Distrito Federal demorou mais dois anos três meses, depois do impedimento de Dilma Roussef, para se posicionar no caso das pedaladas fiscais que motivaram a saída da presidente do governo.

O MPF entrou hoje, 06 com uma ação civil na Justiça Federal por improbidade administrativa contra Dilma Rousseff, Guido Mantega, Arno Hugo Augustin Filho, Marcus Pereira Aucélio, Luciano Galvão Coutinho e Aldemir Bendine.

O MPF acusa os envolvidos de se valerem dos cargos que ocupavam para “maquiar as estatísticas fiscais com o objetivo de melhorar a percepção da performance governamental e ocultar uma crise fiscal e econômica iminente, comprometendo ainda mais a saúde financeira do Estado”.

O processo de impeachment de Dilma Rousseff teve início em 2 de dezembro de 2015, quando o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha deu prosseguimento ao pedido dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Com uma duração de 273 dias, o caso se encerrou em 31 de agosto de 2016, tendo como resultado a cassação do mandato, mas sem a perda dos direitos políticos de Dilma.

Na justificação para o pedido de impeachment, os juristas alegaram que a então presidente havia cometido crime de responsabilidade pela prática das chamadas “pedaladas fiscais” e pela edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso.

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