banner

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

author photo


Morreu, aos 74 anos, nesta terça-feira (25/12), o advogado Luiz Carlos Sigmaringa Seixas. Ele perdeu a batalha para um câncer no dia de Natal. Chegou a fazer um transplante de medula há alguns dias no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, mas não resistiu às complicações do procedimento.
O carioca Sigmaringa Seixas tornou-se um advogado conhecido e respeitado por atuar em causas humanistas. Foi advogado de estudantes da Universidade de Brasília (UnB) e sindicalistas. Militou ao lado de petistas durante muitos anos. Ele foi deputado federal.
Advogado e amigo de Sigmaringa, o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) se manifestou sobre a morte. “Lamento muito o falecimento deste grande advogado e homem público que muito fez pelo Distrito Federal”, assinalou.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT) também lamentou a morte do amigo. “Sigmaringa foi um homem que lutou contra a ditadora opressora. Sempre que ele sabia que alguém estava preso injustamente, estava lá no cárcere para o soltar. Foi dos mais brilhantes advogados e amigos que conheci”, ressaltou.
Segundo Vigilante, ainda na década de 1980, foi defendido por Sigmaringa Seixas. “Me lembro do Sig me tirando duas vezes da Papuda em função de greves que a gente organizava. Ele lutou bravamente para sobreviver, mas, infelizmente, neste dia 25, passa para o plano superior. Quero aqui externar minha dor e minha solidariedade”, acrescentou o parlamentar.
O pai de Sigmaringa, Antônio Carlos Sigmaringa Seixas, foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), entre 1973 e 1975. Ele morreu em janeiro de 2016, deixando sete filhos.
Considerado um advogado humanista, também atuou fortemente durante o período da ditadura em favor dos presos políticos. Com muita vitalidade, Sigmaringa Seixas trabalhou até pouco antes de adoecer. Era conhecido como Sigmão.

Aguarde mais informações
your advertise here
Próximo Próximo
Anterior Anterior

Publicidade