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terça-feira, 28 de maio de 2019

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Roni, ex-jogador da seleção e do Fluminense, é solto um dia após prisão em Brasília
Detido durante jogo entre Botafogo e Palmeiras, no Mané Garrincha, ele é suspeito de fraudar borderôs de jogos. Polícia investiga fraudes em cerca de 20 partidas.
Por Rita Yoshimine e Maria Helena Martinho, TV Globo e G1 DF
Roniéliton Pereira Santos, o ex-jogador da Seleção Brasileira e do Fluminense conhecido como Roni, foi solto pela Justiça do Distrito Federal na noite deste domingo (26). Outras seis pessoas e o ex-atleta foram presos durante a partida entre Botafogo e Palmeiras, no Estádio Nacional Mané Garrincha, por suspeita de fraudar borderôs de jogos.
O grupo cumpria prisão temporária e, portanto, o prazo para deixar a carceragem da polícia era até esta segunda-feira (27). O ex-jogador se manifestou, nesta segunda, pelas redes sociais.
Roni disse que está tranquilo e que sempre pautou suas ações com base na ética e na correção de caráter. "Nunca precisei agir de maneira desonesta em minha vida profissional", afirmou (veja abaixo).
A Federação de Futebol do Distrito Federal ( FFDF) também divulgou nota onde diz que "tanto a entidade, quanto o presidente Daniel Vasconcelos, não têm qualquer envolvimento com a operação Episkiros" (veja mais abaixo).
O ex-jogador Roni é dono de empresas que negociam a realização de eventos esportivos e comercializam os ingressos. A investigação, que durou cerca de dois anos, aponta indícios dos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, estelionato e sonegação fiscal.

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