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domingo, 30 de junho de 2019

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Ato em defesa do governo federal é realizado na Esplanada dos Ministérios
Vestido de camisetas do Brasil, o grupo de manifestantes vai da Catedral ao Congresso Nacional. O filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, esteve no ato
A defesa do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a Operação Lava-Jato foram as principais pautas do ato deste domingo, (30/6), na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes saíram às 10h35 da Catedral Metropolitana de Brasília e seguiram até o Congresso, onde cantaram o Hino Nacional. Segundo os organizadores, 10 mil pessoas participaram do protesto. A Polícia Militar não divulgou os números.
Ao passar em frente à Catedral, os organizadores, de cima de dois trios elétricos, realizaram orações. No momento em que os manifestantes se concentraram no gramado em frente ao Congresso Nacional, quatro carros de som tocaram o Hino Nacional e jingles com letras que apoiam o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro subiu ao trio e agradeceu o apoio dos manifestantes. Ele lembrou o caso do menino Rhuan. "Venho aqui hoje em homenagem ao menino Rhuan, que teve o pênis decepado", disse. "Se eu tiver fazendo algo de errado, pode me criticar. Ninguém é dono da verdade", completou.
Além de Eduardo, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Augusto Heleno, participaram do evento, discursando para o público.
Camisas da Seleção e bandeiras do Brasil
Entre o público do ato, estavam idosos, crianças, jovens vestidos com camisetas da Seleção Brasileira e portando bandeiras do Brasil. Muitos manifestantes compareceram com familiares e alguns levaram também animais de estimação.




Quatro bonecos infláveis foram posicionados em frente ao Congresso. Em um deles, Sérgio Moro é retratado como herói. É o mesmo que esteve na última manifestação de apoio ao governo.
O servidor público Jorge Vieira, de 48 anos saiu da Asa Norte para integrar a manifestação. Ele reclama da pouca divulgação do protesto. "Quase não vim, pois eu só fiquei sabendo por um amigo. Não houve grande mobilização nos grupos desta vez. Mas estou aqui não por um político ou partido, mas contra a corrupção. Qualquer político que seja corrupto deve ser expulso do setor público", contou.
A jovem Érica Galvão, estudante de medicina, de 26 anos, saiu de Águas Claras para protestar na Esplanada. Ela diz que o Poder Executivo está sofrendo ataques do Judiciário e do Legislativo. "Eu vim defender todas as pautas, como reforma da Previdência, o decreto de armas e o ministro Sérgio Moro, pois eu acredito nele. Vejo que temos dois poderes trabalhando para atrapalhar o Executivo", falou.

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