domingo, 9 de junho de 2019

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Moradores de Santa Luzia tentam sobreviver sem o aterro da Estrutural
A vida da maioria dos quase 12 mil moradores da Chácara Santa Luzia dependia do aterro da Estrutural. Com o fechamento, eles tentam encontrar outras fontes de renda para sobreviver em uma invasão que corre risco de incêndio por causa do acúmulo de resíduos no solo.
Transformada em uma região administrativa, há quase quatro anos, a Estrutural não abriga todos os catadores que sobreviviam do Aterro do Jóquei, fechado semana passada. Os cerca de 12 mil moradores da Chácara Santa Luzia, uma invasão a pouco mais de 1km da entrada do Lixão, dependiam, direta ou indiretamente, do lixo descartado pelos moradores do Distrito Federal. A desativação do aterro reduziu o mau cheiro, mas colocou os trabalhadores do entulho diante de um impasse. O governo local ofereceu, por meio de oito cooperativas, a possibilidade de essa população atuar nos cinco galpões de triagem de recicláveis. Um deles fica no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), a poucos metros dos barracos de madeirite onde moram os homens e as mulheres agora sem uma renda. Mas eles hesitam em procurar as empresas.

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