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terça-feira, 10 de setembro de 2019

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Número de LGBTs assassinados no Brasil cresceu 10,1% entre 2017 e 2018
Anuário Brasileiro da Segurança Pública traz, pela primeira vez, recorte específico de casos relacionados à violência contra público LGBTQI+
De forma inédita, o Anuário Brasileiro da Segurança Pública traz um recorte específico de casos relacionados à violência contra o público LGBTQI+. São assassinatos, estupros e lesões corporais graves computados por meio de delegacias especializadas espalhadas pelo Brasil. Ao todo, apenas seis unidades policiais da Federação colaboraram com o estudo e, por isso, foram usados, também, casos compilados pelo Grupo Gay da Bahia — que há quatro décadas atua na área de direitos humanos —, Disque 100, Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e Ministério da Saúde.
Os dados trazidos oficialmente por meio do acesso à informação revelam que 99 gays, lésbicas, bissexuais, travestis ou transgêneros foram assassinados em 2017. Esse número subiu para 109 em 2018, de acordo com o estudo divulgado nesta terça-feira (10/09/2019). Isso significa um aumento de 10,1% em ocorrências violentas registradas pelo público LGBT.
O Grupo Gay da Bahia (GGB), porém, contabiliza um número muito superior. Segundo a ONG, foram 320 casos de homicídios cometidos contra LGBTs só em 2018. A metodologia utilizada foi outra.

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