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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

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O delegado Giancarlo Zuliani Júnior, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), acredita que Daniel Luís Mogendorff, preso em flagrante no momento que tentava extorquir o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), na noite desta quinta-feira, seja chefe de uma organização criminosa internacional.
Mogendorff chegou ao Brasil, na última quarta-feira, após ter exigido do deputado Luis Miranda o pagamento de R$ 760 mil para em troca tirar do ar todos os vídeos que denigrem a imagem do parlamentar postados por um grupo de youtubers que tem sob o seu comando. O uruguaio de 35 anos mora em Tel Aviv/Israel, mas portava um passaporte alemão.
Luís Miranda procurou a Polícia Civil do Distrito Federal que armou o flagrante contra Daniel Luís Mogendorff durante o encontro que teve com o deputado no restaurante Coco Bambu do Lago Sul.
O uruguaio foi gravado. Na filmagem ele afirma ter muita influência para abortar uma reportagem negativa sobre o deputado que estaria sendo produzida por uma emissora de TV do Brasil.
As autoridades policiais, ligadas a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), acreditam que Daniel Luís Mogendorff esteja envolvido em outros crimes como o de lavagem de dinheiro e tráfico internacional de diamantes.
Por causa da suspeita, o delegado Giancarlo Zuliani Júnior estará solicitando à Justiça a quebra do sigilo bancário do acusado.

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