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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

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Testemunha diz que Adriana Villela ria e xingava o pai durante execução
Baseado em oitivas da época do assassinato, delegado da Polícia Civil Ecimar Loli afirmou que Adriana Villela esteve na cena do crime
Testemunha de acusação, o delegado da Polícia Civil Ecimar Loli foi ouvido nesta quarta-feira (25/9) no julgamento de Adriana Villela, pelo Crime da 113 Sul. Durante a fala, o delegado lembrou depoimentos que ouviu à época do caso. Entre eles, o de Paulo Cardoso Santana, condenado pelo crime, que disse que Villela estava na cena do triplo homicídio
“Paulinho relata que Adriana Villela ria, xingava e gritava com o pai na hora da execução, dizendo que ele iria para o inferno”, disse Loli. À época do crime, ele era diretor da Divisão de Homicídios I da antiga Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida). Ele chegou a ouvir Leonardo Campos Alves, atualmente condenado pelo crime, durante três ocasiões oficiais, na delegacia, e também colheu oitivas de Paulo Cardoso Santana, conhecido como Paulinho.
Segundo Ecimar, Leonardo sempre dava um detalhe a mais no decorrer dos depoimentos, acrescentando fatos antes não comunicados. O juiz Paulo Rogério Santos Giordano questionou a testemunha sobre as oitivas, perguntando se a informação de que a Adriana Villela seria a mandante do crime foi desmentida pelo próprio Leonardo depois. “Para mim, desde o começo ele falava do crime de mando, um homicídio, contando sobre ela na cena do crime. Isso ele não mudou nos três depoimentos”, disse o delegado.

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