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Advogado de Adriana Villela acusa MP de crime e bate boca com promotor

Advogado de Adriana Villela acusa MP de crime e bate boca com promotor Acusação e defesa aumentaram o tom de voz e trocaram grosserias. &#...


Advogado de Adriana Villela acusa MP de crime e bate boca com promotor
Acusação e defesa aumentaram o tom de voz e trocaram grosserias. ''O MP prevaricou!'', disse Kakay, que ouviu: ''O senhor vai ter que nos respeitar, o MP não vai admitir isso!'' de Marcelo Leite
O debate entre Ministério Público e defesa de Adriana Villela
contou com momentos de tensão no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Na manhã desta quarta-feira (2/10), as partes aumentaram o tom de voz e trocaram grosserias após o advogado da arquiteta acusar o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de cometer um crime de omissão.
Para Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, a delegada aposentada Mabel Alves de Faria usou de atitudes ilícitas para incriminar a ré, algo que teria sido conhecimento do Ministério Público, que se omitiu. “Quando Paulinho estava preso em Montalvânia, a doutora Mabel pediu para o advogado dele para ele falar com ele que o crime de mando tinha pena menor. Ela cometeu um crime e o MP prevaricou!”, disse em voz alta. Kakay quis dizer que a delegada induziu o acusado a colocar Adriana como mandante do triplo assassinato.
O promotor Marcelo Leite Borges também subiu o tom. Em dedo em riste para Kakay, disse: “O senhor vai ter que nos respeitar! O MP não vai admitir isso”. Em outro momento, Marcelo também se irritou com o advogado da arquiteta. Kakay riu quando Borges afirmou que Adriana esteve no apartamento dos pais no dia do crime. “Você está achando engraçado, né? Vamos ver se o resultado será tão engraçado assim, doutor”.
O resultado do julgamento sairá na tarde desta quarta-feira (2/10), após o veredito do júri popular. Os jurados serão levados a uma sala para realizar uma votação secreta. O resultado será lido e a decisão será tomada em seguida. Adriana será julgada inocente ou culpada de acordo com os votos do júri popular, que é composto por sete pessoas. A maioria dos votos decidirá o veredito e o juiz dará a sentença.