quinta-feira, 17 de outubro de 2019

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Com professores em greve, alunos do Alub temem perder ano escolar
Rede tradicional de colégios de Brasília enfrenta uma profunda crise financeira e tem atrasado salários de educadores e funcionários
Sem aulas desde o início da semana, pais e responsáveis de alunos da Rede Alub travam uma batalha para conseguir a transferência dos filhos a outros colégios do Distrito Federal. A unidade educacional enfrenta grave crise financeira e já atrasou o salário dos professores em pelo menos três meses, conforme o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares do Ensino (Sinproep). O impasse nos pagamentos levou os educadores a paralisarem as atividades, e os 5 mil estudantes, agora, correm o risco de perder o ano escolar.
A greve começou nessa segunda-feira (14/10/2019), e não há data prevista para ela ter fim. Nesta sexta-feira (18/10/2019), os profissionais e pais de alunos vão protestar, às 8h, em frente à unidade de Taguatinga, e às 9h30 no Alub de Ceilândia. Em uma carta aberta enviada aos pais, o Sinproep alega que, sem pagamento, os docentes não apresentam “condições psicológica e emocional para oferecer uma educação de qualidade aos alunos”.
“Os trabalhadores sabem dos transtornos que esta decisão ocasiona aos pais e aos alunos, principalmente no período que antecede o final do ano letivo. A paralisação é por tempo indeterminado, até que a direção do Alub encontre condições de apresentar uma proposta concreta que cumpra, minimamente, as suas obrigações trabalhistas, com o pagamento dos salários atrasados que, para alguns trabalhadores, já completou três meses”, defendeu a entidade no texto.
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