sexta-feira, 18 de outubro de 2019

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Crise no PSL: nove dias que abalaram o partido de Bolsonaro
Está difícil acompanhar o ritmo da fogueira no partido do presidente da República? O Metrópoles te ajuda com um resumo em 8 capítulos
pígrafe
“Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.”
Dilma Rousseff
Prólogo
De partido nanico, que fez apenas um deputado federal na eleição de 2014, o PSL iniciou a atual legislatura como um gigante, dividindo com o PT o posto de maior bancada da Câmara, com 54 deputados, além de ter eleito três senadores. No início do ano, os planos eram ambiciosos: agregar mais 10 parlamentares para tomar de vez a hegemonia petista e liderar a base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro.
Menos de um ano depois, a legenda se desfaz em uma disputa que transformou em “água e óleo” duas alas que nem sequer conseguem sentar para conversar e já atrapalham a agenda do governo no Congresso.
A crise que vinha crescendo de maneira lenta e constante explodiu há 10 dias, por iniciativa do próprio Bolsonaro, e desde então se desenrola em velocidade difícil de acompanhar. Para ajudar, o Metrópoles retoma os acontecimentos dos nove dias que implodiram o PSL.
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