segunda-feira, 21 de outubro de 2019

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Alexandre Frota entrou no cadastro dos inadimplentes do Serviço de Proteção ao Crédito e da Serasa.
A “bola de neve” começou em 2006, ao pedir 35 320 reais ao fundador da incorporadora Helbor.
A dívida seria paga em três cheques, mas estavam sem fundos. Em um acordo em fevereiro deste ano, ele daria uma parcela dos ganhos como deputado, de 33 763 reais. Mais um calote.
Sua assessoria diz que a dívida se tornou “impagável”, supera os 207 000 reais, mas o político quer limpar o nome.
“Faltou dinheiro, porque ele recebe o salário da Câmara, mas paga pensão e sustenta a família”.
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