sexta-feira, 18 de outubro de 2019

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Vendedora desaparecida é encontrada morta no Setor 26 de Setembro
Mulher foi vista pela última vez nessa quinta-feira (17/10), ao sair de shopping na Asa Norte, onde trabalhava. Polícia trata o caso como homicídio
O corpo de uma mulher foi encontrado na manhã desta sexta-feira (18/10) na Colônia Agrícola 26 de Setembro, em Vicente Pires. A vítima, identificada como Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos, desapareceu por volta das 22h dessa quinta (17/10), após sair de um shopping na Asa Norte. Nas redes sociais, a família buscava por notícias.
Noélia fechou a loja de roupas onde trabalhava havia dois anos e se dirigiu para casa, no Sol Nascente, onde morava com o marido e os três filhos. Ela chegou a falar com o esposo no horário de encerramento do expediente, mas não foi mais vista após sair do shopping.
Colegas de trabalho relataram que ela costumava voltar de ônibus para casa, mas que ontem disse que pegaria uma carona.
Segundo familiares da vítima, o corpo de Noélia, que estava com ferimentos na cabeça, foi identificado pelo marido, Marcos Paulo. O casal tem três filhos: dois meninos, um de 16 e um 5 anos, e uma menina de 9 anos.
A Polícia Militar atuou na preservação do local desde as 10h de hoje até a chegada de peritos da Polícia Civil. O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires).
Videochamada
Noelia e outra vendedora eram responsáveis pelo último turno na loja, das 16h às 22h. Nessa quinta, a moradora do Sol Nascente teria dispensado a colega, alegando que iria embora mais tarde com uma carona. Mas, segundo outra atendente do shopping, a mulher teria feito uma videochamada às 22h20 informando o marido que estava a caminho da parada de ônibus.
Ela costumava pegar o coletivo em frente à Torre de TV, no Eixo Monumental. A última visualização de Noelia no WhatsApp foi às 22h23.
"Alegre"
Noélia era uma pessoa alegre e "para cima", segundo familiares e amigos. A mais nova de uma família de 14 irmãos, era conhecida por ser sempre presente na família. "Ela estava sempre alegre, sorrindo e era muito preocupada com os filhos", afirmou José Egídio de Oliveira, irmão de Noélia.
Cearense, morava em Brasília havia 26 anos e sempre atuou como vendedora. "Ela amava o que fazia, já trabalhou em vários shoppings da cidade", disse.
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