quarta-feira, 6 de novembro de 2019

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Polícia Militar abre processo administrativo para apurar por que alguns estabelecimentos do DF têm adotado a prática, e exigirá reembolso
Por Poliglota…
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) está pagando mais caro pela gasolina das viaturas. Apesar de um contrato ter sido firmado em 1º de julho de 2019, no valor de R$ 30,7 milhões, com a garantia de que os menores preços seriam praticados, alguns postos cobram o valor correspondente à venda no crédito, mesmo com os policiais militares usando cartão de débito.
A corporação abriu processo administrativo para apurar o valor do prejuízo. O levantamento vai embasar pedido de ressarcimento que a PMDF pretende fazer.
Durante uma semana, o Metrópoles acompanhou a rotina em três dos postos conveniados com a Polícia Militar. Um deles, na Asa Sul, cobrou o preço correto. Os demais, localizados na Candangolândia e na Asa Norte, direcionaram as viaturas às bombas com valores programados para os pagamentos a prazo.
Na Candangolândia, os PMs chegaram a questionar a gerente do estabelecimento sobre o motivo do valor mais elevado. A funcionária explicou que, apesar de os policiais usarem cartão para pagamento à vista, a verba só é repassada aos postos 30 dias após o abastecimento, o que, segundo ela, configura a venda a prazo. A gerente admitiu que a diferença das cifras pode chegar a R$ 0,20 por litro.
Na última quinta-feira (31/10/2019), o preço da gasolina no local variava de R$ 4,29 no débito a R$ 4,39 no crédito. A profissional informou que os donos dos postos estavam em processo de negociação com a ValeCard – empresa responsável pelos cartões usados pela PMDF –, mas não soube determinar quando o problema será resolvido ou se haverá ressarcimento de valores à corporação.
Confira o vídeo:
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