domingo, 1 de dezembro de 2019

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FOTO: DIVULGAÇÃO
O Flamengo vive o melhor momento da sua história. Campeão estadual, nacional e continental, o Rubro-Negro superou até sua maior Geração de Ouro – a dos anos 80 – no que foi capaz de levantar em apenas um ano, realizando um feito alcançado apenas pelo Santos de Pelé há quase 60 anos. Sete dias depois do “fim de semana mágico” de 23-24 de novembro, a Nação ainda relembra os momentos vividos nos dois dias em que levantou as duas maiores taças da temporada em menos de 24 horas.
Mas o caminho até as conquistas foi longo e exigiu sacrifícios. O processo foi iniciado em 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência do clube com discurso de responsabilidade e profissionalização. O ex-presidente deixou a gestão ao final de dezembro de 2018 e não colheu, como mandatário, os frutos semeados. Muitos torcedores, porém, o creditam com boa parte dos méritos pelas taças levantadas pela gestão de Rodolfo Landim, que fez mudanças importantes, mas manteve conceitos importantes na parte administrativa.
Em entrevista ao jornal O Dia, Bandeira de Mello não quis fazer avaliação de sua própria gestão. Segundo o ex-dirigente, o mérito do crescimento administrativo do Flamengo não é exclusivamente seu.
– Essa avaliação do mérito da minha administração, acho que sou o menos indicado a falar. Prefiro que seja feita por outras pessoas, mas fico sensibilizado com o carinho que a torcida tem me tratado na rua, no Maracanã. A experiência em Lima foi fantástica. Não fiz nada sozinho. As pessoas que me acompanharam ao longo da gestão têm um mérito fantástico. O importante é que saí de cabeça erguida e com a sensação de dever cumprido. Agora voltei para a arquibancada para fazer o que sempre fiz que é torcer pelo Flamengo. Não é muito parcial fazer a própria avaliação, mas fico muito feliz com todo esse carinho recebido. Foi inesquecível em Lima. Do aeroporto ao avião. Toda a minha diretoria estava comigo na arquibancada. Pessoas que até 2018 faziam parte do conselho diretor, estavam lá. Foi especial -, declarou.
O ex-presidente e grande responsável pelo salto administrativo e financeiro do Flamengo no cenário nacional comentou, ainda, sobre a pressão que sofreu pela conquista por títulos.
– Ganhar títulos é sempre muito bom. Fiquei muito feliz pela conquista daquela Copa do Brasil (2013). O Flamengo contava com jogadores que estavam numa fase excelente, mas não chegava nem perto do time que temos hoje. Tanto é que tivemos dificuldades para não cair para a Segunda Divisão. Mas vibrei muito com aquele time de Elias, Brocador… -, relembrou.
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