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Desvendada armação contra deputado

Mais uma reviravolta no caso que envolve Luis Miranda e seus investidores. A justiça americana reconheceu que o a empresa mantida pelo dep...


Mais uma reviravolta no caso que envolve Luis Miranda e seus investidores. A justiça americana reconheceu que o a empresa mantida pelo deputado foi vítima uma ação inescrupulosa que resultou na perda de dezenas de carros, gerando assim prejuízos devastadores ao parlamentar e seus investidores.
As quatro sentenças que reconheceram a existência de uma armação e determinam o pagamento de indenização à empresa de Luis Miranda são definitivas. Ainda há mais uma ação pendente, que deve seguir o mesmo caminho jurídico das demais. Os valores a serem recebidos superam os 3 milhões de reais.
Conhecido pelos negócios bem sucedidos nos Estados Unidos, Luis Miranda concentrava grande parte dos investimentos na comercialização de carros adquiridos em leilões e reformados. De acordo com o deputado, as empresas condenadas ao pagamento das indenizações guincharam os veículos – a maior parte comprada por com recursos de investidores – após falso testemunho de que os carros estavam abandonados.
Na Flórida é permitido que automóveis abandonados sejam resgatados por guinchos e tomados de seus donos. Mas segundo a justiça americana jamais houve abandono por parte da empresa.
Destino do dinheiroSegundo o deputado, aproximadamente 50 pessoas devem ser ressarcidas dos valores investidos. “O nosso jurídico nos Estados Unidos está fazendo habilitação de crédito”, revelou o democrata.
Silêncio
Questionado sobre o motivo de ter mantido silêncio sobre as ações e os crimes cometidos contra sua empresa, Luis Miranda informou que os processos corriam em sigilo. “Me tornei alvo de ataques quando decidi lutar pelo meu país no campo em que mais necessita: a política. Fui acusado de coisas que não fiz, agredido moralmente, minha família, que é meu bem mais precioso, foi exposta. Foi uma perseguição duríssima, mas mantive minha fé inabalável. 

É dolorido não poder escancarar a verdade na cara de quem te acusa. Mas tudo tem a sua hora.”, desabafou.
Questionado se espera que as decisões tenham a mesma atenção que as falsas acusações, o deputado é taxativo: “minha obrigação era provar a verdade. Está feito. O que eles farão estará na consciência deles. Minha honra está recuperada”, finalizou.

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