quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

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A secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) realizou hoje, no Palácio do Buriti, a entrega da primeira edição do Prêmio de Direitos humanos do Distrito Federal. O objetivo é identificar, reconhecer e divulgar boas práticas adotadas por pessoas físicas e jurídicas. No total foram 60 agraciados, entre eles o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli e o também ministro, Gilmar Mendes. Criado em 2019, o prêmio será entregue bienalmente, em anos ímpares. A primeira-dama, Michelle Bolsorano, foi uma das ganhadoras, mas não compareceu para receber o prêmio.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, elogiou o presidente do STF, Dias Toffli, que a frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) conduz o programa de ressocialização de presos, criado por Gilmar Mendes. “O governo sozinho não consegue acolher todas as pessoas. Ou a gente tem esse envolvimento com a sociedade civil organizada, ou não daremos conta de cuidar de tanta miséria que existe”, disse o governador.
Ibaneis também lembrou que a poucos minutos de Brasília existe miséria. “Se caminharmos quarenta quilômetros estaremos na maior comunidade a céu aberto da América Latina que é o Sol Nascente. Lá vivem pessoas que não têm praticamente nada. Nós temos aqui, no Distrito Federal, num raio muito curto, pessoas carentes, que precisam diuturnamente do nosso acolhimento”, frisou ele.
Entre os representantes de minorias que foram premiados estava a militante da causa LGBTQ+, Ruth Venceremos, o cacique Tanoré, que luta pelos direitos dos povos indígenas, o Babalorixá Maximiliano Teles Menezes, representando as religiões de matriz africana, a Associação Brasiliense de Deficientes Visuais(ABDV) e o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes.
“Conseguimos trazer para o DF uma iniciativa que já existe em nível nacional. Nosso objetivo é estimular ainda mais o desenvolvimento de ações e projetos locais voltados aos grupos mais vulneráveis da nossa sociedade”, disse o secretário de Justiça e Cidadania, Gustavo Rocha, que também é presidente da comissão organizadora e julgadora da premiação.
Os critérios para a avaliação e seleção de pessoas e instituições a serem homenageadas, incluíram histórico de atuação; importância e relevância social do trabalho; criatividade e originalidade de ações e projetos e programas envolvendo a sociedade civil, inovação metodológica, que tenham relação direta com temas de direitos humanos.
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