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Coletivo Não é Não realiza financiamento coletivo para campanha de carnaval

Coletivo Não é Não distribuirá no carnaval tatuagens temporárias com mensagens contra o assédio(foto: Itala Martina/Divulgação) Cole...


Coletivo Não é Não distribuirá no carnaval tatuagens temporárias com mensagens contra o assédio(foto: Itala Martina/Divulgação)

Coletivo Não é Não realiza financiamento coletivo para campanha de carnaval
Para combater o assédio, o coletivo pretende distribuir no carnaval tatuagens temporárias com a frase "Não é não" para as foliãs e os foliões.
O coletivo Não é Não pretende distribuir no carnaval de 2020, pelo terceiro ano consecutivo, tatuagens temporárias com a frase "Não é não" para as foliãs e os foliões. A ideia é uma forma de combater o assédio, que se acentua no período carnavalesco. Par realizar a ação, o grupo abriu um financiamento coletivo no site Benfeitoria.
As metas, no estilo "tudo ou nada", são arrecadar R$ 3.500, para distribuir 2.000 tatuagens (meta #1), ou R$ 5.000, para distribuir 3.500 adesivos (meta #2). Caso as metas não sejam alcançadas, o dinheiro será devolvido aos participantes.
As doações vão de R$ 10 a R$ 460, e as recompensas vão de tatuagens temporárias a fanzines, roupas, acessórios e outros produtos feitos no Distrito Federal. Todos com conteúdos feministas.
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Os desenhos serão distribuidos gratuitamente em blocos de carnaval do Distrito Federal. Eles são aplicados por um decalque de papel e ficam na pele, em média, por quatro dias. Blocos interessados em fazer parceria devem entrar em contato com o coletivo pelo endereço eletrônico naoenaodf@gmail.com
Não é não em qualquer lugar
O coletivo Não é Não surgiu em 2017, no Rio de Janeiro, quando uma das fundadoras do grupo sofreu um assédio durante o ensaio de um bloco. Ela e as amigas arrecadaram mais de R$ 2.000 em 48h e, pela primeira vez, distribuíram 4.000 tatuagens.
A partir de então, o coletivo se expandiu para outros estados brasileiros, e, neste ano, está presente em 15. Cada um tem a própria campanha de financiamento coletivo.
No Distrito Federal, a intervenção participa do carnaval desde 2018, organizada por embaixadoras locais. A meta, neste ano, é expandir sua atuação no DF.

Não é não, Leia no Correio Braziliense

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