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“A culpa é da China”, disse João Doria. Doria será convidado para prestar esclarecimentos

“A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser”, diz a sabedoria popular e, João Doria, o ditador da calça apertada, leva isso a sério. Depo...

“A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser”, diz a sabedoria popular e, João Doria, o ditador da calça apertada, leva isso a sério.


Depois dos dados vergonhosos da Coronavac, vacina que custou bilhões de reais para os cofres paulistano, João Doria diz que a culpa é da China. “As autoridades de São Paulo disseram as autoridades federais que estão impossibilitadas de fornecerem todos os dados reivindicados pela Anvisa para a liberação do uso emergencial e o motivo é o acordo de confidencialidade firmado entre o Instituto Butantan e a farmacêutica Sinovac”, disse Caio Junqueria da CNN Brasil.

Isso mesmo senhores e senhoras, João Doria quer aplicar na população um imunizante que tem clausulas secretas que nem a Anvisa pode ter acesso. Pode confiar amiguinho… Vai dar super certo.

Ainda questiono: Se a vacina é do Butantã, como Doria faz questão de afirmar a cada 5 segundos de coletiva, por que a culpa é da China? Por que existe um contrato sigiloso com o país de Xi Jinping? Por que Doria fechou contrato com uma empresa reconhecidamente corrupta? Por quê? Por quê? Por quê?

Um dos itens exigidos pela Anvisa e que o Instituto Butantã não pode divulgar são os “dados de eficácia e de segurança de análises de subgrupos por status de infecção prévia e por faixas etárias”. Segundo a Anvisa esse é um dado extremamente relevante.

Após virar piada até na mídia internacional, a Comissão Externa da Câmara dos Deputados para o enfrentamento da pandemia da covid-19 vai convidar o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, para prestar esclarecimentos sobre a eficácia da CoronaVac. Os parlamentares querem saber, por exemplo, por que foram anunciadas duas taxas de eficácia para o mesmo imunizante.

A Sinovac tentou justificar

Segundo a Revista Oeste, a farmacêutica Sinovac, através do presidente-executivo, Yin Weidong, em uma coletiva de imprensa em Pequim, tentou justificar na quarta-feira (13/01), a baixa taxa de eficácia da CoronaVac no Brasil dizendo que os testes foram realizados em profissionais de saúde, que enfrentam alto risco de contrair a covid-19.

““Esses resultados clínicos de fase 3 são suficientes para provar que a segurança e a eficácia da CoronaVac são boas ao redor do mundo”, disse Weidong.

Testes conduzidos no Brasil, Indonésia e Turquia divulgaram quatro taxas de eficácia diferentes para a mesma vacina.


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