Page Nav

HIDE

Grid

GRID_STYLE

Pages

Últimas notícias

latest

Anderson Torres, Secretário de Segurança do DF, é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública

O delegado federal aceitou convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública. Anderson Torres é ...


O delegado federal aceitou convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública.
Anderson Torres é delegado da Polícia Federal (PF)e conhece bem os caminhos do Congresso Nacional onde tem muitos amigos. Já foi chefe de gabinete do deputado federal Fernando Franceschini (PSL/PR).
Deverá ter um bom trânsito no Palácio do Planalto. É amigo do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP).
No início do governo, Anderson Torres, foi cotado para assumir a direção geral da Polícia Federal. 
O ministro Sérgio Moro escolheu um nome ligado a ele.
O governador Ibaneis Rocha (MDB), logo que ganhou a eleição no DF, pediu ao presidente Jair Bolsonaro que também acabava de se instalar no Palácio do Planalto, uma indicação para a Secretaria de Segurança. 
A indicação do presidente foi Anderson Torres que assumiu a Secretaria de Segurança e fez, na avaliação de especialistas, um bom trabalho.
Na gestão do secretário, Anderson Torres, frente à Secretaria de Segurança, ele mudou a metodologia de trabalho. Os índices têm se revelado positivos – só em 2020, foi registrada a menor taxa de homicídios dos últimos 41 anos.
No último ano, foi constatada uma redução de 8,6% nos chamados CVLIs – crimes violentos letais intencionais –, indicador que exibe a menor taxa em mais de duas décadas.
O trabalho conjunto das forças de segurança do DF é o responsável pela diminuição desses índices.
Anderson Torres destaca, entre outras iniciativas, turbinou o programa DF Mais Seguro, que reúne projetos fundamentais para a sociedade, trabalhando de forma mais específica nas regiões, quadras, ruas, becos e vielas.”
Anderson Torres resumiu seu trabalho na secretaria como “integração”. Aliado a tecnologia e inteligência, trabalhar de forma integrada vem sendo nosso grande diferencial desde 2019. 

 A redução desses índices significa mais qualidade de vida para a população e está em consonância com a orientação do governador Ibaneis Rocha, que é transformar o DF em um local cada vez mais seguro, garantindo mais segurança e qualidade de vida.
Na Secretaria de Segurança do Distrito Federal, Anderson Torres fortaleceu os canais de denúncia e capacitando os profissionais de segurança pública nas políticas de enfrentamento à violência doméstica e familiar com base na Lei Maria da Penha e outras temáticas. 
Os feminicídios passaram a ser prioridade na minha gestão, e, com o cenário de pandemia, ampliou os canais de denúncia e o atendimento a essas vítimas.
Menor número de homicídios
Ano passado, o Distrito Federal foi destaque entre as unidades da Federação, de acordo com instituições independentes e imprensa. No primeiro semestre de 2020, afirma Torres, “fomos a unidade da Federação com o menor número de homicídios de mulheres, de acordo com o Monitor da Violência – parceria do G1, USP e Fórum Brasileiro da Segurança Pública. 
Nesse mesmo período, atingimos a terceira menor taxa de homicídios, de acordo com o Atlas da Violência, do Fórum Brasileiro da Segurança Pública. 
No Ranking da Competitividade dos Estados, o pilar segurança pública subiu três posições e colocou o DF como terceiro lugar geral no Brasil. 
Cabe ressaltar, ainda, que fomos destaque nacional na elucidação de crimes violentos contra a vida. Identificar e prender autores foi muito importante para a redução das vítimas de crimes contra a vida no DF”.
Migração do Crime
Anderson Torres avaliou a possibilidade da migração dos crimes. 
“Sabíamos da possibilidade de migração do crime, ou seja, alguns poderiam deixar de acontecer e outros poderiam ocorrer com mais frequência. Tivemos que nos antecipar e criar novas formas de atuação, levando em conta todas os riscos devido à Covid-19, sem comprometer o atendimento à sociedade. 
Além disso, a produtividade policial aumentou, pois, com a proibição de shows e eventos, foi possível concentrar esforços no policiamento e no atendimento à sociedade. “Tivemos que nos antecipar e criar novas formas de atuação, levando em conta todas os riscos devido à Covid-19, sem comprometer o atendimento à sociedade”
Violência Doméstica
“A violência doméstica é um problema sério, grave, que deve ser discutido, enfrentado por toda a sociedade. Mesmo fortalecendo e ampliando os canais de denúncia, o que poderia ocasionar aumento dos registros, fechamos o ano com queda de mais de 5% nos crimes relacionados à Lei Maria da Penha. Fortalecer o trabalho integrado entre os diversos órgãos de governo e sociedade civil relacionados à questão da mulher foi essencial para a redução desse tipo de crime”, afirmou Anderson Torres. Segundo o ex-secretário de Segurança e, agora, Ministro da Justiça e Segurança Pública, “é preciso incentivar e facilitar ainda mais a denúncia e garantir o suporte às vítimas. Denunciar permite que a polícia, a Justiça e o Estado atuem, inibindo e interrompendo o ciclo da violência, impedindo que casos de agressão se tornem mais graves. O uso da tecnologia para ampliar e integrar cada vez mais os canais de denúncia também serão importantes para melhorar o tempo de resposta do Estado para esses casos.”
O trabalho integrado sempre foi prioridade de Anderson Torres. 
Certamente, no Ministério da Segurança Pública, também aplicará o mesmo método de trabalho.
Crime organizado
Outro dado relevante, que impactou diretamente na redução dos crimes, foi a prisão de 209 pessoas envolvidas com o crime organizado. 
Quase quatro mil armas – entre revólveres, armas brancas e simulacros – foram retiradas de circulação pela Polícia Militar. Dessas, 1,6 mil eram armas de fogo. Isso implica diretamente a redução dos crimes violentos. Chama atenção o tempo médio de atendimento de emergência da corporação, que chegou a 8 minutos entre o acionamento e a chegada ao local. 
Durante o ano, foram feitos quase 450 mil atendimentos por meio do 190; desse total, 353 mil viraram ocorrências policiais. 23,7 mil, número de atendimentos em operações de busca e salvamento do CBMDF no ano passado, deixa como resultado o secretário Anderson Torres, no comando da Secretaria de Segurança da Capital.
Problema Nacional
O Corpo de Bombeiros [CBMDF] teve um importante papel no atendimento direto à sociedade. 
Ano passado, a instituição combateu 12,3 mil incêndios em edificação e florestais. 
A operações de busca e salvamento chegaram a 23,7 mil atendimentos.
 Além de cursos e capacitações para outros estados, os militares participaram do combate ao incêndio no Pantanal, entre outras operações de destaque no país. 
Cabe destacar, ainda, a atuação do Detran, que reduziu em 45% os acidentes fatais nas vias urbanas do Distrito Federal ano passado. 
Mesmo com a pandemia, a fiscalização, a engenharia e educação de trânsito continuaram. 
Foi criado, ainda, o aplicativo Detran Digital, com o objetivo de dar mais agilidade aos atendimentos à população.
Enfim, para quem não conhece, sintetizamos, na entrevista do ex-secretário de Segurança do DF e atual ministro da Justiça e da Segurança Pública, delegado Federal Anderson Torres. Um homem que atua na segurança pública buscando levar suas equipes à integração e a resultados utilizando o máximo possível de tecnologia. Para quem não conhece, está apresentado o delegado federal Anderson Torres, que aceitou um enorme desafio, ser ministro da Justiça e Segurança Pública, em meio a uma pandemia e uma crise econômica. Sucesso na missão.

Repórter Brasília, Edgar Lisboa

Nenhum comentário