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Com novo recorde, Brasil bate mais de 10 mil mortes por Covid-19 em sete dias

  Dessa forma, o país completa 45 dias com média móvel acima de 1.000. O número de casos nas últimas 24 horas foi de 67.477 O Brasil registr...

 Dessa forma, o país completa 45 dias com média móvel acima de 1.000. O número de casos nas últimas 24 horas foi de 67.477
O Brasil registrou 1.498 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, neste sábado (6), o país registrou mais de 10 mil mortes pela doença em sete dias. É a primeira vez desde o início da pandemia que isso acontece.
Na última semana, o país completou ainda sete dias seguidos com novos recordes de média móvel de mortes, com o último alcançado neste sábado (6), de 1.455. O recorde anterior era de 1.423.
Dessa forma, o país completa 45 dias com média móvel acima de 1.000. O número de casos nas últimas 24 horas foi de 67.477.
Como tem ocorrido, o elevado número de mortes é acompanhado por altas taxas de contaminação. Os últimos três dias fazem parte do ranking de datas nas quais foram registrados mais casos da Covid. Na última sexta-feira (5), foram 75.337 casos, no dia 3 foram 74.376 e no dia 4 foram 74.285.
O dia 8 de janeiro, com 84.997 infecções, ainda lidera o ranking, mas nele ocorreu uma revisão de dados do Paraná que elevou artificialmente o dado geral de casos do país.
Com isso, o total de mortes no país chegou a 264.446 e o de casos a 10.939.320 desde o início da pandemia.
DIAS MAIS LETAIS DA PANDEMIA
3 de março de 2021
1.841 mortes e 74.376 casos
4 de março de 2021
1.786 mortes e 74.285 casos
5 de março
1.738 mortes e 75.337
2 de março de 2021
1.726 mortes e 58.237 casos
25 de fevereiro de 2021
1.582 mortes e 67.878 casos
29 de julho de 2020
1.554 mortes e 70.869 casos (números foram elevados porque SP não tinha divulgado dados no dia anterior)
4 de junho de 2020
1.470 mortes e 31.537 casos
O Brasil enfrenta o pior momento da pandemia, com situações críticas em todas as regiões do país e até mesmo colapsos em algumas áreas. Os níveis de ocupação de UTIs estão acima de 90% em diversas capitais.
Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
O consórcio também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 13 estados e o Distrito Federal.
Já foram aplicadas no total 10.821.988 doses de vacina (8.135.403 da primeira dose e 2.686.585 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.
As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan e da farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca. A vacina da Pfizer tem o registro definitivo da Anvisa, mas ainda não está disponível no país.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados

O Brasil registrou 1.498 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, neste sábado (6), o país registrou mais de 10 mil mortes pela doença em sete dias. É a primeira vez desde o início da pandemia que isso acontece.
Na última semana, o país completou ainda sete dias seguidos com novos recordes de média móvel de mortes, com o último alcançado neste sábado (6), de 1.455. O recorde anterior era de 1.423.
Dessa forma, o país completa 45 dias com média móvel acima de 1.000. O número de casos nas últimas 24 horas foi de 67.477.
Como tem ocorrido, o elevado número de mortes é acompanhado por altas taxas de contaminação. Os últimos três dias fazem parte do ranking de datas nas quais foram registrados mais casos da Covid. Na última sexta-feira (5), foram 75.337 casos, no dia 3 foram 74.376 e no dia 4 foram 74.285.
O dia 8 de janeiro, com 84.997 infecções, ainda lidera o ranking, mas nele ocorreu uma revisão de dados do Paraná que elevou artificialmente o dado geral de casos do país.
Com isso, o total de mortes no país chegou a 264.446 e o de casos a 10.939.320 desde o início da pandemia.
DIAS MAIS LETAIS DA PANDEMIA
3 de março de 2021
1.841 mortes e 74.376 casos
4 de março de 2021
1.786 mortes e 74.285 casos
5 de março
1.738 mortes e 75.337
2 de março de 2021
1.726 mortes e 58.237 casos
25 de fevereiro de 2021
1.582 mortes e 67.878 casos
29 de julho de 2020
1.554 mortes e 70.869 casos (números foram elevados porque SP não tinha divulgado dados no dia anterior)
4 de junho de 2020
1.470 mortes e 31.537 casos
O Brasil enfrenta o pior momento da pandemia, com situações críticas em todas as regiões do país e até mesmo colapsos em algumas áreas. Os níveis de ocupação de UTIs estão acima de 90% em diversas capitais.
Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
O consórcio também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 13 estados e o Distrito Federal.
Já foram aplicadas no total 10.821.988 doses de vacina (8.135.403 da primeira dose e 2.686.585 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.
As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan e da farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca. A vacina da Pfizer tem o registro definitivo da Anvisa, mas ainda não está disponível no país.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Fonte: Jornal de Brasília

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