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Goiânia deve adotar modelo de escalonamento com seis regiões

Detalhes sobre como funcionará a abertura ainda serão definidos em decreto, que terá publicação no próximo domingo, 28 O prefeito Rogério Cr...


Detalhes sobre como funcionará a abertura ainda serão definidos em decreto, que terá publicação no próximo domingo, 28
O prefeito Rogério Cruz anunciou na tarde desta quinta-feira, 25, que o comércio em Goiânia será aberto por regiões a partir de segunda-feira, 29.
“Essa flexibilização acontece devido a termos já 28 dias de decretos. 
Desde o dia 1º de março viemos decretando sete dias, depois sete dias e agora, por último, 14 dias. Nós temos que ser sensíveis a todas as situações. 
Hoje, ainda estamos vivendo o pico da pandemia, mas é um pico que está estabilizado”, afirmou.
No decreto, Goiânia será dividida em seis regiões. 
Nas regiões que ficarão abertas, todo o comércio estará liberado. Incluindo restaurantes e bares que tiverem permissão para abrir. 
No entanto, ainda há uma discussão sobre quantos dias os comércios poderão ficar abertos na semana.
“Vamos fazer um estudo de como será os dias. 
À princípio seriam três dias e pediram quatro dias. Vamos debruçar sobre esse assunto para podermos fechar nosso decreto”, informou o prefeito.
No projeto inicial da prefeitura, a proposta previa abertura de três vezes na semana em cada zona. 
No domingo, apenas serviços essenciais como farmácias e supermercados. 
Deverá haver, ainda, restrição de horários dentro dos módulos abertos
Durante a reunião nesta tarde, o Fórum Empresarial solicitou que shoppings e Região da 44 abram quatro vezes.
O presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Goiás (Acieg), Rubens Fileti, afirma que o Fórum Empresarial elaborou há 20 dias uma carta com modelo de abertura e pensava que ocorreria de maneira diferente. 
No entanto, “é melhor abrir assim do que ficar fechado”.
Ele relata que muitos empresários estão negativados e que as empresas não conseguirão abrir, mesmo com apoio de crédito do governo estadual.
 “Eles lutam por mais crédito”, pontua.
Para ele, o escalonamento “é uma maneira de combater a pandemia e ainda conseguir um pouco de faturamento”.

Fonte: Jornal Opção 

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