Page Nav

HIDE

Grid

GRID_STYLE

Pages

Últimas notícias

latest

O FINO DA POLÍTICA | As movimentações dos bastidores da política em Brasília

Qual é o lado de Artur Lira? A política no Brasil não é para amadores e sim para profissionais.  Que o diga o presidente da Câmara dos Deput...


Qual é o lado de Artur Lira?
A política no Brasil não é para amadores e sim para profissionais. 
Que o diga o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). 
Desde que sentou na cadeira da presidência, o deputado vem apresentando suas habilidades. 
Foto: Reprodução Google Imagens

Lira tem participado das decisões mais importantes para o Brasil. 
Ultimamente, o deputado Arthur Lira vem adotando posicionamentos políticos que faz com que a cúpula do governo Bolsonaro monitore suas ações. 
Em algumas situações, o presidente da Câmara se comporta como se estivesse agradando “velhos companheiros”. Daí, muitos se questionam qual é o verdadeiro lado de Arthur Lira. Governista? Bolsonarista? Petista?, Oportunista? Não se sabe.
Bolsonaro abre as portas para o Centrão e diminui influência militar
Foto: Reprodução Google Imagens

A pressão para trocar ministros e a abertura de porteira para o Centrão se instalar de vez na Esplanada dos Ministérios revela que o governo Bolsonaro sabe que não está bem das pernas. Já é dado como fato consumado em Brasília que a manifestação de insatisfação por empresários e o possível embate com Lula no próximo ano forçou Bolsonaro e aliados a buscarem um novo caminho e adotar outras estratégias. 
Com isso, a influência e o prestígio dos militares no governo entrou em baixa. 
Vai ver que o motivo seja que eles não compactuam com conchavos políticos. Mas, nesta terra que Deus abençoou, a ganância e o interesse político ainda falam mais alto. 
E o resultado não podia ser outro: Centrão no poder e militares com menos influência. 
Vale ressaltar que Bolsonaro agiu às vésperas dos generais celebrarem o golpe de 64 e a saída dos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica nesta terça (30) deixam claro que as relações entre o presidente e os militares azedou.
Flávia cumpriu a promessa com o marido e com a família Arruda
Foto: Reprodução Google Imagens

Quando lançou sua campanha para deputada federal, em 2018, numa casa de eventos às margens da via Estrutural, Flávia Arruda (PL-DF) disse publicamente que ela tinha várias missões, mas que uma delas era mais que especial: resgatar o nome da família Arruda. 
Na ocasião, Flávia afirmou para a plateia olhando para o marido, o ex-governador do DF, José Roberto Arruda, que ela estava entrando para a vida política por ele e todos que estavam no local. 
A deputada enfatizou que aquelas pessoas eram todas da família Arruda. 
O desempenho e desenvoltura da deputada Flávia Arruda nesses dois primeiros anos de mandato, a levou para o Planalto. 
O nome Arruda volta a ficar em evidência em todo o país com a sua nomeação para ministra-chefe da Secretaria de Governo. 
Promessa feita, promessa cumprida.
Solução caseira para o lugar de Anderson Torres na SSP/DF
Foto: Divulgação/SSP-DF
A mexida no tabuleiro na Esplanada fez com que o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), perdesse um dos seus secretários de primeira linha, o delegado da PF, Anderson Torres. 
Ele está entre os nomeados na reforma ministerial e vai comandar a pasta da Justiça e Segurança Pública. 
Com a vaga aberta, surgiram várias especulações sobre quem iria sentar na cadeira. Mas, Ibaneis decidiu nomear alguém ligado ao antecessor que estará na esfera federal e facilitará possíveis parcerias no futuro. 
O escolhido é o também delegado da PF, Júlio Ferreira, que estava como adjunto de Anderson Torres.
Nominatas para 2022 já estão em construção
Foto: Divulgação/TSE

Para quem acha que as eleições de 2022 ainda estão longe, pode cair do cavalo. 
As articulações para composição da nominata dos partidos para deputado distrital já estão ocorrendo. 
Para o próximo pleito eleitoral, os candidatos não contarão com as coligações o que pode dificultar um pouco mais as pretensões daqueles que se elegem contando com o voto alheio. 
O tal do quociente eleitoral favorece quem tem desempenho médio.

Fonte: Expressão da Politica 

Nenhum comentário