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Rogério Cruz não cede pressão e segue ciência ao manter modelo estadual de restrições

Decisão do prefeito de Goiânia demonstra para população que há alinhamento e oordenação entre medidas de enfrentamento da Covid Prefeito de ...

Decisão do prefeito de Goiânia demonstra para população que há alinhamento e oordenação entre medidas de enfrentamento da Covid

Prefeito de Goiânia, Rogério Cruz | Foto: Divulgação

O prefeito de Goiânia acerta ao conciliar as ações de enfrentamento da Covid com as que foram implementadas pelo Estado e que é apontado por cientistas e pesquisadores como a mais adequada. A demanda por leitos de UTIs ainda é muito elevada no Estado e em Goiânia e diante dessa superlotação e da agressividade da doença, é preciso entender que a estratégia de isolamento, para frear a Covid-19, é o “remédio” que contamos.
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A decisão de Rogério Cruz (Republicanos) foi uma demonstração de coragem. Ele enfrenta nas últimas semanas uma grande pressão política e de setores da economia para flexibilizar as atividades econômicas que não estão classificadas como essenciais. Mesmo assim ele optou por uma medida, que apesar de impopular, coloca a preservação de vidas como prioridade. Aos olhos da ciência ele tomou a melhor atitude ao seguir o modelo estadual – revezamento das atividades econômicas de 14 dias abertos com restrições e 14 dias fechados.
O decreto publicado por Rogério Cruz no sábado, 27, acompanha as recomendações dos integrantes do Centro de Operações de Emergência (COE), que apontam que enquanto a vacina não é acessível à maioria das pessoas, o isolamento social, como medida de contenção, é, neste momento, imperativo. É uma guerra para reduzir o número de contaminados e, em consequência, de mortes (só no último sábado o Brasil registrou 3368 mortes causadas pela doença).
Ao anunciar que seguiria o decreto estadual, Rogério Cruz também demonstrou – assim, a capital goiana não destoa do que foi adotado e acordado com a maior parte dos municípios. Alinhar discursos entre prefeitos e o governador, tem efeito de dividir o peso político de medidas de restrições, que de fato são impopulares. Porém o mais importante, é demonstrar para a sociedade que há um propósito único nas decisões que o poder público tem tomado. O efeito disso é a melhor compreensão da população sobre o quão grave é o momento da crise sanitária gerada pela pandemia, assim como permite maior adesão dos trabalhadores e de entidades representativas.
Mantendo o modelo de restrições adotado em nível estadual, Rogério Cruz também impediu que se ampliasse o descompasso entre municípios que resistem em manter atividades comerciais em funcionamento. A exemplo de Aparecida de Goiânia, que se diverge do decreto adotado pelas demais cidades da região metropolitana (permitiu a flexibilização de atividades não essenciais) gerando uma cena inacreditável: filas de pessoas para entrar em um shopping da cidade.
Rogério Cruz entende que não há meio de gerir o combate à pandemia de forma isolada, por isso a necessidade de adotar medidas em conjunto se torna ainda mais premente. 
A decisão tomada pelo prefeito de Goiânia neste fim de semana também é um sinal para o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB). 
O emedebista tem sido chamado a se alinhar às ações de restrições, afinal, as duas cidades estão separadas apenas por ruas e avenidas, e o mesmo foco de Covid que provoca lotação nos hospitais de Goiânia, também eleva a ocupação de leitos em Aparecida.
Decisões coordenadas e conjuntas. 
Este é o rumo para que vidas sejam resguardadas por meio do isolamento social e para que medidas de socorro aos trabalhadores sejam executadas, até que todos sejam vacinados e imunizados contra Covid-19.


Fonte: Jornal Opção 

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