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Vitor Hugo promove debate contra paralisação das escolas em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Vitor Hugo promove debate contra paralisação das escolas em transmissão ao vivo nas redes sociais. Participaram da conversa dois pediatras c...

Vitor Hugo promove debate contra paralisação das escolas em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Participaram da conversa dois pediatras com conhecimento na área de Educação, dr. Fernando Nader e dr. Fábio Pessoa, e o diretor de Monitoramento e Avaliação do SUS, Major Angelo Denicoli.
O deputado federal Vitor Hugo (PSL/GO), líder do Partido Social Liberal na Câmara, promoveu uma live em suas redes sociais e se posicionou contra a paralisação das aulas presenciais nas escolas de todo o Brasil. Três participantes apresentaram dados estatísticos e também se posicionaram em relação ao tema: o médico e educador, com 30 anos de experiência em pediatria e 28 em educação, dr. Fernando Nader; o médico e coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Goiana de Pediatria, dr. Fábio Pessoa; e o diretor de Monitoramento e Avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pela transparência e análise de dados da Covid-19 e idealizador do Localiza SUS, Major Angelo Denicoli.
“Esse é um tema importantíssimo. 
Quem é pai e quem é mãe está muito aflito com a questão das aulas presenciais. 
Na matriz de risco, é mais seguro as crianças estejam nas escolas, do que presas em casa”, explica o deputado sobre a relevância do tema. 
Vitor Hugo também colocou em debate a discussão sobre serviços essenciais e como é necessário equilibrar essa questão do trabalho com crianças em casa.
O dr. Fernando declarou apoio ao posicionamento do Governo Bolsonaro.
“Eu apoio o presidente nesta questão. Essencial é tudo que faz com que o ser humano leve comida para casa. 
Fico triste quando vejo campanhas para ficar em casa... 
Você corre o risco de morrer de fome, morrer de violência. Crianças não têm com quem ficar e isso é muito perigoso. 
Os trabalhos mostram quem as crianças não são alvo da doença, a maioria dos casos, elas adquirem a doença em casa. 
O problema maior é o impacto na saúde mental das crianças. A criança e o adolescente espelham os pais. 
Quando ela percebe o pai em casa, triste, angustiado, preocupado, elas também absorvem. Isso influencia diretamente”, argumentou o pediatra.
O dr. Fábio também alertou para o atraso na educação das crianças que estão em casa nesse período. 
“É muito evidente crianças com atraso de desenvolvimento do indivíduo, quadros de ansiedade, depressão e sobrepeso. 
Eu vejo isso diariamente. 
Existem vários estudos apontando para um prejuízo que vai seguir para mais de uma década. Quando eu falo em proteção da criança, a escola é um ambiente que protege as crianças, elas em casa estão vulneráveis”, afirmou o médico.

Quando questionados sobre a possibilidade do ambiente escolar propagar o contágio, o dr. Fernando Nader trouxe dados do estado de Goiás. “Em 2018, 2.254 crianças morreram por causas diversas em Goiás. 
Desde o início da pandemia foram apenas 21 casos de óbitos de crianças com quadros graves, como câncer. 
O medo que as pessoas estão tendo da doença justifica condenar gerações? Não é só academicamente, mas como indivíduo. 
A criança precisa se sentir a salvo, em segurança, para seguir com seu desenvolvimento”, afirmou.
O Major Denicoli trouxe dados do SUS que contribuíram positivamente com os argumentos apresentados pelos médicos. 
“O melhor argumento que temos é que a Covid já tem um padrão definido. Sei dizer hoje quem são os vulneráveis. 
O corpo mais saudável é mais resiliente. 
Aquela criança que é vulnerável, com Síndrome de Down e obesidade, por exemplo, precisam ser protegidas. 
As outras devem ir para a aula. Essa é uma decisão executiva, que pode ser observada através dos impactos sociais”, reforçou.
“As escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a serem abertas. 
Os dados são claros”, finalizou o médico pediatra, dr. Fábio Pessoa.
Localiza SUS
O líder Vitor Hugo pediu que o diretor de Monitoramento e Avaliação do SUS apresentasse dados do seu trabalho no Ministério da Saúde e explicasse a evolução dos estudos e do trabalho do Governo Federal.
“Chegamos em abril de 2020 no Ministério da Saúde. Havia grande falta de dados coordenados. Foi muito complicado, dados montados sem governança. 
Tivemos de eleger dados prioritários, identificamos as bases, como casos e óbitos, síndromes leves e as internações com as síndromes graves. Hoje quando começa o pânico nos hospitais, a informação ainda demora muito, não consigo dizer que os dados de 2020 se repetem em 2021. 
Hoje eu já tenho dados da farmácia popular, rede nacional de dados em saúde, o ConectSus, onde tem informações sobre exames, sintomas, carteira de vacinação, todo o histórico do paciente”, esclareceu o Major.
Tratamento Precoce
Vitor Hugo já se posicionou a favor do tratamento precoce também questionou aos participantes da transmissão ao vivo um posicionamento sobre o tema. 
Na última semana, o deputado discutiu o assunto em suas redes sociais e demonstrou claro apoio aos médicos que defendem a pauta.
“Estive acompanhando a doença desde o início, eu vejo que quando se está na guerra, deve se usar todas as armas que estão disponíveis”, declarou o dr. Fernando. 
“Acompanhando as informações, eu vejo que em ciência o que tem peso são as evidencias. 
Hoje vejo que muitos estão usando o tratamento precoce. 
Sou a favor da vacina, do tratamento, o que precisamos é sair da esfera do medo. 
Eu usei, minha família todos usaram o tratamento preventivo e precoce. Acredito que precisamos tentar!”, completou.
Major Denicoli também se posicionou a favor. 
“Eu defendo ferrenhamente o tratamento precoce. 
Os dados do Ministério da saúde mostram resultados positivos com isso. 
Em Belém, cidade que usou o protocolo de tratamento precoce, os números mostram que houve uma queda significativa dos óbitos”, argumentou.

Assessoria do deputado federal Vitor Hugo (PSL/GO)

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