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Deputado distrital diz que não indicou administrador do Jardim Botânico; saiba quem

Em nota enviada nesta segunda-feira (12), o distrital Martins Machado negou ter alguma relação política na administração da cidade O deputad...


Em nota enviada nesta segunda-feira (12), o distrital Martins Machado negou ter alguma relação política na administração da cidade

O deputado Martins Machado (Republicanos), afirmou não ser dele a indicação do atual administrador do Jardim Botânico.
A manifestação do distrital se refere a matéria publicada pelo RadarDF no último sábado (10), sob o título “Diferente de São Sebastião, Jardim Botânico vai ficando para trás; por falta de administrador”.
No entanto, ele garantiu que vai contribuir “para o crescimento e desenvolvimento da região, buscando mecanismos para solucionar as demandas do local, por meio de destinação de emenda”.
Uma fonte ligada a Casa Civil do governo local, confirmou ao RadarDF que a Administração do Jardim Botânico é da cota do Republicanos, ex-PRB, partido do secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal, Vitor Paulo; do deputado federal Júlio César, e dos distritais Martins Machado e Rodrigo Delmasso.
Apesar de controlar a Administração Regional, desde junho do ano passado, não há registro de destinação de emedas parlamentares, até agora, por parte dos parlamentares do partido Republicano do DF, em atendimento às demandas da cidade.
A feira do Produtor, erguida pelos próprios feirantes, quando o Jardim Botânico era apenas considerado o quintal mal arrumado do Lago Sul, continua funcionando debaixo de um galpão com uma estrutura comprometida.
No final de 2018, as lideranças da comunidade foram à luta e conseguiram a conclusão do projeto de uma feira-multiuso.
O imóvel de 5.800 mil m² foi devidamente escriturado e desembaraçado pela Terracap. 
O projeto de arquitetura foi aprovado pela Secretaria de Obras.
A nova feira teria 100 boxes móveis, 16 lojas permanentes que constituiriam a praça de alimentação para 300 pessoas sentadas.
Lá também funcionaria a sede da RA-XXVII, um box para a Polícia Militar, loja do Na Hora e espaço cultural.

Na época, o montante de R$ 1, 5 milhão foram assegurados, provenientes de emendas da bancada federal e de emendas dos deputados distritais.
Outros R$ 4 milhões seriam empenhados para a conclusão do projeto.
As lideranças também conseguiram que a ex-deputada Telma Rufino (Pros), destinasse mais 1 milhão e meio de reais de suas emendas para atender uma das mais importantes reivindicações da população: a iluminação da 001, no trecho entre o balão da Papuda e a grande rotatória da DF-140.
A obra beneficiaria o Setor Habitacional Tororó.
O trecho de quase seis quilômetros de extensão e de tráfego pesado tornou-se perigoso com registro de inúmeros acidentes e assaltos durante a noite.
Por ser uma rodovia reta e com asfalto bom que corta a reserva do IBGE, esse trecho da 001 passou ser, também, um atrativo para os “rachas” ilegais de carros e motos no meio da noite.
A Companhia Energética de Brasília (CEB) gastou uma grana em outro lugar e deixou de fazer a obra importante para a população do SHT.
O sentimento da população é de que o Jardim Botânico, onde tudo que existe foi bancado pelos moradores, deve seguir sem as ações públicas que visem melhorar a qualidade de vida que a cidade merece.
A RA-XXVII teria mais relevância se fosse usada para o bem coletivo e não entre “irmãos”.

Fonte: Radar DF 

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